Agosto tem maior venda de ve韈ulos desde janeiro de 2015

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O mercado de ve韈ulos novos segue em alta no Brasil e registrou em agosto o maior resultado para um m阺 desde janeiro de 2015, segundo balan鏾 da Fenabrave, que compila os emplacamentos anotados pelas concession醨ias. tamb閙 o melhor desempenho para agosto desde 2014.

Foram 248.600 unidades vendidas em agosto, em soma que considera os segmentos de autom髒eis, comerciais leves, caminh鮡s e 鬾ibus. O volume corresponde a um crescimento de 14,8% em rela玢o a agosto do ano passado e de 14,3% na compara玢o com julho.

As vendas em agosto superaram, inclusive, a expectativa do setor. O executivo Antonio Megale, que preside a Anfavea, associa玢o que representa as montadoras, havia dito que esperava um mercado de no m醲imo 230.000 unidades no fechamento do m阺. De acordo com ele e outros executivos, a elei玢o n鉶 tem diminu韉o o fluxo das lojas. O ritmo di醨io de vendas tem ficado em torno de 10.000 unidades.

Boa parte das vendas contempla um esfor鏾 do mercado de recuperar as vendas perdidas durante a greve dos caminhoneiros, ocorrida no final de maio. 閜oca, com as estradas bloqueadas, milhares de ve韈ulos n鉶 foram entregues pelas montadoras 鄐 concession醨ias.

Ao alcan鏰r o maior resultado para um m阺 desde janeiro de 2015, o mercado apenas retorna a n韛eis do in韈io da crise econ鬽ica. Em agosto de 2014, por exemplo, quando o setor j enfrentava queda, as vendas somaram 272.400 unidades.

No acumulado do ano, s鉶 1,632 milh鉶 de unidades emplacadas, avan鏾 de 14,9% sobre igual per韔do de 2017. A varia玢o est acima, por enquanto, da previs鉶 da Fenabrave para o ano todo, de crescimento de 10% em rela玢o a 2017. A da Anfavea de alta de 11,7%.

Os autom髒eis e comerciais leves, que representam mais de 90% do setor, registraram 239.200 emplacamentos no oitavo m阺 de 2018, alta de 14% em compara玢o a igual m阺 de 2017 e de 14,7% ante julho. O ano acumula 1,574 milh鉶 de unidades vendidas, avan鏾 de 14,1%.

Entre os pesados, as vendas de caminh鮡s atingiram 7.400 unidades em agosto, alta de 54,3% ante igual m阺 de 2017 e de 11,3% ante julho. De janeiro a agosto, foram 46.400 unidades emplacadas, expans鉶 de 50,7% ante 2017. Os 鬾ibus, por sua vez, tiveram 1.900 licenciamentos em agosto, alta de 5,9% ante agosto do ano passado.

Fonte: Veja.com Estad鉶 Conte鷇o

RDP Petr髄eo e CFC realizam Campanha do Agasalho 2018 Torcida Solid醨ia

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A RDP Petr髄eo, patrocinadora oficial do Coxa, est realizando em parceria com o Coritiba Foot Ball Club a promo玢o Torcida Solid醨ia. Para participar, os torcedores podem doar pe鏰s de roupas e cobertores para a Campanha de Agasalho 2018, e concorrer a pares de ingressos para o camarote RDP, no Couto Pereira, no jogo contra o Paysandu, e camisas oficiais do Coxa.

Funciona assim: a cada pe鏰 de roupa, cal鏰do, cobertores, entre outros artigos de frio doados, o torcedor vai receber um cupom que deve ser preenchido e colocado na urna na Central de S骳ios do est醖io Couto Pereira at 鄐 12h do dia 03 de julho.

O clube vai realizar cinco sorteios, nos quais os ganhadores v鉶 receber um par de ingressos para o jogo entre Coxa x Paysandu, no camarote da RDP Petr髄eo no Setor Pro Tork, dia 04 de julho, e duas camisas do Verd鉶. Os pr阭ios ser鉶 entregues at 鄐 16h do dia ap髎 o sorteio, na Central de S骳ios.


Confira o regulamento no site oficial do Coritiba Foot Ball Club:

https://coritiba.com.br/artigo/33290/promocao_torcida_solidaria

Placa do Mercosul adiada e n鉶 ser obrigat髍ia em ve韈ulos j emplacados

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Depois de suspender o projeto, o Conselho Nacional de Tr鈔sito (Contran) publicou nesta sexta-feira, 11 de maio, ajustes para a ado玢o das placas de ve韈ulos com o padr鉶 Mercosul no Brasil. As altera珲es atrasaram o in韈io da implementa玢o mais uma vez, de 1 de setembro para 1 de dezembro de 2018.

Este o terceiro adiamento da novidade, que foi anunciada em 2014, deveria ter entrado em vigor por aqui em janeiro de 2016, foi adiada para 2017 e depois por tempo indeterminado. As placas do Mercosul j s鉶 usadas na Argentina e no Uruguai.

Por outro lado, n鉶 haver mais obrigatoriedade de troca de placas para os ve韈ulos que j est鉶 em circula玢o. A resolu玢o anterior dava prazo de 5 anos (at 2023) para toda a frota nacional rodar com as novas placas.

Isso quer dizer que um ve韈ulo j emplacado poder circular com o modelo atual at o fim da vida, se permanecer com o mesmo dono e no mesmo mun韈ipio.

Durante a suspens鉶 de quase dois meses do programa, o Contran discutiu tamb閙 os crit閞ios para que fabricantes dos dispositivos possam se credenciar, com objetivo de reduzir fraudes e falsifica珲es.

Na pr醫ica, os fabricantes de placa ser鉶 obrigados a contratarem os estampadores para produzirem a estampa do novo modelo, e todos dever鉶 estar devidamente credenciados junto ao Denatran para a realiza玢o legal da atividade , afirmou o Minist閞io das Cidades.

Quando come鏰 a valer a nova placa?

  • Come鏰 em 1 de dezembro de 2018;
  • A partir desta data, a placa do Mercosul ser instalada em modelos zero quil鬽etro, ve韈ulos que passarem por processo de transfer阯cia de munic韕io ou propriedade, ou quando houver a necessidade de substitui玢o das placas;
  • Os propriet醨ios de ve韈ulos que j est鉶 em circula玢o podem escolher se querem antecipar a troca ou n鉶.

Comprei carro agora, ele j ter a placa do Mercosul?

Ainda n鉶. Os departamentos de tr鈔sito de cada estado ter鉶 at 1 de dezembro de 2018 para come鏰r a emplacar com o padr鉶 Mercosul.

Qual ser o pre鏾?

Ainda n鉶 existe uma defini玢o de quais ser鉶 os valores de novas placas, que ser鉶 pagas pelos propriet醨ios dos ve韈ulos, como atualmente.

De acordo com o Denatran, a nova resolu玢o padroniza a produ玢o das placas nacionalmente, o que pode diminuir seu custo.

Atualmente, os pre鏾s das placas variam de estado para estado. Em S鉶 Paulo, o par de placas sai por R$ 128,68, por exemplo.

Al閙 disso, existem as taxas de vistoria e licenciamento que s鉶 definidas pelo Departamento de Tr鈔sito (Detran) de cada estado.

Placa ter chip e QR Code

A nova placa vai ter uma tarja azul, bandeira do Brasil e outra configura玢o de letras e n鷐eros. Al閙 disso, contar com um chip e um c骴igo do tipo QR Code para facilitar a identifica玢o dos ve韈ulos roubados ou clonados nos pa韘es do Mercosul.

Segundo o Denatran, tamb閙 ser poss韛el o compartilhamento de dados com sistemas de cancelas e port鮡s, que poder鉶 ser utilizados em ped醙ios e estacionamentos.

Fim do lacre

Com as novas tecnologias empregadas para evitar falsifica珲es, o Denatran informou que as novas placas n鉶 utilizar鉶 mais o lacre. Em muitos casos, o lacre se rompia e devia ser reposto para o motorista n鉶 ser multado. No Paran, por exemplo, o lacre custa R$ 23,22.

Como a placa do Mercosul?

1 - Mais letras e menos n鷐eros

Em vez de 3 letras e 4 n鷐eros, como hoje, as novas placas ter鉶 4 letras e 3 n鷐eros, e poder鉶 estar embaralhados, assim como na Europa;

2 - Cores nas letras e n鷐eros

Ao contr醨io do que acontece atualmente, em que a cor de fundo da placa muda conforme o tipo de ve韈ulo (comercial, diplom醫ico, etc), nas novas placas a cor do fundo ser sempre branca. As cores estar鉶 nas letras e nos n鷐eros.

Para ve韈ulos de passeio, cor preta, para ve韈ulos comerciais, vermelha, carros oficiais, azul, em teste, verde, diplom醫icos, dourado e de colecionadores, prateado - ou seja, o fim da famosa placa preta.牋

3 - Estado e cidade com nome e bras鉶

O nome do pa韘 estar na parte superior da patente, sobre uma barra azul. Nome da cidade e do estado estar鉶 na lateral direita, acompanhados dos respectivos bras鮡s;

4 - Tamanho

A placa ter as mesmas medidas das j utilizadas no Brasil (40 cm de comprimento por 13 cm de largura);

5 - Contra falsifica珲es

Marcas d 醙ua com o nome do pa韘 e do Mercosul estar鉶 grafadas na diagonal ao longo das placas, com o objetivo de dificultar falsifica珲es. No Brasil, a placa ter uma tira hologr醘ica do lado esquerdo e um c骴igo bidimensional que conter a identifica玢o do fabricante, a data de fabrica玢o e o n鷐ero serial da placa. A tira uma maneira de evitar falsifica玢o.

Fonte: Site G1 Auto Esporte

Carros brasileiros come鏰m a adotar placas do Mercosul em setembro

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Depois de diversos adiamentos, os carros brasileiros finalmente ganharam uma data para adotarem um novo tipo de placa de identifica玢o com o padr鉶 dos pa韘es do Mercosul. Segundo a resolu玢o publicada dia 8 de mar鏾 no Di醨io Oficial da Uni鉶 (DOU), todos os ve韈ulos novos dever鉶 adotar a placa a partir de 1 de setembro de 2018. Mas o prazo final para que toda a frota brasileira use esse novo tipo de identifica玢o 31 de dezembro de 2023.

De acordo com o texto, o 髍g鉶 de tr鈔sito de cada estado decidir o in韈io da implementa玢o.

Como ser a nova placa?

As placas dever鉶 ter o fundo branco com a margem superior azul. No lado esquerdo, dever constar o logotipo do Mercosul, do lado direito a bandeira do Brasil e a identifica玢o da cidade e estado. No centro, haver o nome do nosso pa韘. Segundo a resolu玢o, todas as placas ter鉶 sete caracteres alfanum閞icos estampados em alto relevo, com uma combina玢o aleat髍ia a ser fornecida e controlada pelo Denatran. Atualmente, a combina玢o formada por tr阺 letras e quatro n鷐eros.

Para aumentar a seguran鏰 e evitar a clonagem, as placas ter鉶 chip e c骴igo de barras bidimensionais din鈓icos (QR code).

Por que as placas v鉶 mudar?

Al閙 de padronizar o sistema de identifica玢o para os ve韈ulos que circulam nos pa韘es do bloco, a unifica玢o das placas tamb閙 tem o objetivo de facilitar as informa珲es entre os pa韘es, ter maior controle sobre as infra珲es dos ve韈ulos, ajudar no combate clonagem de carros e roubos de carga.


Fonte: G1 - Revista Auto Esporte

Time alviverde patrocinado pela RDP Petr髄eo vence primeiro turno do Paranaense

foto O Coritiba fez bonito na tarde deste domingo (25). Embalado pela torcida, o Verd鉶 venceu o Rio Branco pelo placar de 3x0 e ganhou a Ta鏰 Dion韘io Filho, o primeiro turno do Campeonato Paranaense 2018. Com isso, o Coxa est garantido na grande final da competi玢o estadual. Os gols do Coxa foram marcados por Alecsandro, Thalisson Kelven e Guilherme Parede.

Fonte: Site do Coritiba Foot Ball Club





Confira os sortudos que ir鉶 assistir Uberl鈔dia Esporte Clube x Coxa

foto A RDP Petr髄eo levar 5 torcedores com acompanhante para assistir Uberl鈔dia Esporte Clube x Coritiba nesta quinta-feira, dia 22/02, 鄐 21h30, no Parque do Sabi.

Trata-se da Parceria Premiada voltada aos revendedores de Uberl鈔dia-MG.

S鉶 eles:

Adailton - Auto Posto Gentil Uberl鈔dia
Daniel Franklin - Auto Posto Brand鉶 Ltda.
Lucas de Farias - Auto Posto 2 Irm鉶s
Ot醰io Abelar - Auto Posto Muller e Abelar
Wellington Rodrigues - Auto Posto Gaivota

RDP e Coritiba: juntos novamente

foto O Coritiba Foot Ball Club anunciou hoje a retomada da parceria com a RDP Petr髄eo. Patrocinadora oficial do clube, a RDP Petr髄eo j ir estampar a sua marca na omoplata da camisa coxa-branca no jogo da semifinal da Ta鏰 Dion韘io Filho, domingo (18), contra o Foz do Igua鐄.

Tanto para a diretoria do Coritiba, bem como para a RDP Petr髄eo, a parceria excede a pura exposi玢o de marca. Para a RDP, fazer este investimento tamb閙 valorizar um clube centen醨io, guerreiro, forte e competitivo. J para o Coxa, voltar a ter a RDP Petr髄eo como parceira caminhar ao lado de uma institui玢o que acredita na for鏰 do esporte para fortalecer a sua marca.

揙 retorno da RDP como patrocinadora do clube demonstra a confian鏰 do mercado na marca do Coritiba e nos resultados da exposi玢o da marca da empresa aliada ao nosso clube. N髎 estamos felizes com esta retomada de parceria, afirmou o presidente Namur.

撋 com muito orgulho e grande satisfa玢o que a RDP Petr髄eo volta a patrocinar o Coritiba, um clube de extrema tradi玢o no futebol brasileiro. Atrav閟 da retomada desta parceria, fortalecemos ainda mais a identidade j criada entre a RDP Petr髄eo e o Coxa, time que traduz garra e determina玢o, colecionando vit髍ias ao longo de sua trajet髍ia, afirmou Mauricio Rejaile, presidente da RDP Petr髄eo.

A RDP Petr髄eo junta-se aos principais patrocinadores do Coritiba, como Caixa Econ鬽ica, Pro Tork, Adidas e Bourbon, na categoria 1985 - na hierarquia dos parceiros aqueles que possuem maior exposi玢o nas m韉ias do clube. Al閙 da exposi玢o nas camisas do time profissional e das categorias de base, a empresa contar com exposi玢o nos materiais de treino do clube, backdrop, painel do est醖io, site oficial e ativa珲es promocionais com a torcida em jogos do clube.

Fonte: Site do Coritiba Foot Ball Club

Legislativo dever definir as normas de seguran鏰 para fabrica玢o de ve韈ulos

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O Poder Legislativo poder ter papel determinante na defini玢o das normas e requisitos de seguran鏰 para fabrica玢o e montagem de ve韈ulos. A mudan鏰 est prevista no Projeto de Lei do Senado (PLS) 263/2015, que aguarda vota玢o na Comiss鉶 de Constitui玢o, Justi鏰 e Cidadania (CCJ). A proposta altera o C骴igo de Tr鈔sito Brasileiro (Lei 9.503/1997) para dar ao Legislativo maior responsabilidade na emiss鉶 de normas que criem novas obriga珲es para o cidad鉶 quanto seguran鏰 veicular.

Para o autor do projeto, senador Ronaldo Caiado (DEM-GO), o objetivo da iniciativa restabelecer a compet阯cia normativa inicial do Legislativo relacionada ao tr鈔sito. De acordo com o senador, esse papel normativo tem sido indevidamente delegado ao Poder Executivo, por meio das resolu珲es do Conselho Nacional de Tr鈔sito (Contran).

揟ais resolu珲es s鉶 quase sempre conflitantes, confundindo fabricantes, propriet醨ios e motoristas, em preju韟o da seguran鏰 jur韉ica, inafast醰el nos estados democr醫icos de direito, argumenta o senador na justificativa da proposta.

Adequa玢o

A transfer阯cia da fun玢o normativa para o Contran e os outros 髍g鉶s estaduais de tr鈔sito ocorreu, segundo Caiado, por conta do dever de responder com rapidez aos 揷rescentes desafios do setor, decorrentes, sobretudo, da evolu玢o do mercado e do aumento do tr醘ego nos grandes centros. Contudo, ele argumenta que pela Constitui玢o apenas o Poder Legislativo est apto para inovar a ordem jur韉ica por meio da cria玢o de novos direitos e obriga珲es.

A relatora na CCJ, senadora Simone Tebet (PMDB-MS), foi favor醰el mat閞ia e concordou que o PLS uma forma de corrigir uma inconstitucionalidade. Para ela, novas obriga珲es de tr鈔sito n鉶 podem ser impostas sem levar em conta o impacto jur韉ico e financeiro na vida das pessoas.

揙s cidad鉶s n鉶 podem ser surpreendidos por novas exig阯cias impostas por mero regulamento, especialmente quando se referem obriga玢o de fazer, que s pode ser imposta por lei, afirma Simone Tebet em seu relat髍io.

Compet阯cias

O projeto modifica algumas compet阯cias do 髍g鉶 m醲imo executivo de tr鈔sito da Uni鉶, o Departamento Nacional de Tr鈔sito (Denatran). Ele determina que as normas para fabrica玢o de ve韈ulos devem ser elaboradas pelo 髍g鉶, submetidas ao Contran e em seguida enviadas para a an醠ise do Congresso Nacional.

Pelo texto, caber ainda ao Denatran estudar os casos que n鉶 est鉶 previstos na legisla玢o de tr鈔sito e submet-los autoridade competente do Poder Executivo para que esta proponha ao Legislativo a solu玢o adequada.

O projeto ser votado em car醫er terminativo na CCJ, portanto, caso seja aprovado e n鉶 houver recursos para delibera玢o em Plen醨io, a proposta seguir para a an醠ise da C鈓ara dos Deputados.

Ag阯cia Senado (Reprodu玢o autorizada mediante cita玢o da Ag阯cia Senado)

Fonte: Ag阯cia Senado

Anvisa aprova novas regras para exposi玢o de cigarros no Posto

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A Ag阯cia Nacional de Vigil鈔cia Sanit醨ia (Anvisa) aprovou resolu玢o com regras mais r韌idas para exposi玢o de produtos derivados do tabaco nos pontos de venda. O texto atualiza algumas normas, como a de que os expositores devem ficar apenas na parte interna dos estabelecimentos e manter 搊 mais distante poss韛el de produtos destinados ao consumo de crian鏰s e adolescentes, como doces e brinquedos.

A nova resolu玢o dever ser publicada no Di醨io Oficial da Uni鉶 nos pr髕imos dias. Com a atualiza玢o, os comerciantes n鉶 poder鉶 colocar pain閕s com luz direcionada para dar destaque aos produtos em vitrines, nem usar recursos de sonoriza玢o e movimento. A resolu玢o tamb閙 traz advert阯cias sobre os riscos de fumar algumas subst鈔cias como, por exemplo, o benzeno, que est presente tanto no cigarro quanto na gasolina.

O texto ainda pro韇e o condicionamento da venda de produtos como cinzeiros ou isqueiros compra de tabaco ou derivados. Tamb閙 proibida a comercializa玢o, pela internet, e a distribui玢o de brindes ou amostras gr醫is.

A disposi玢o gr醘ica das advert阯cias sanit醨ias no centro dos expositores ou mostru醨ios deve ser alterada at 25 de maio de 2019. J o isolamento entre os derivados do tabaco e os produtos infantis deve ocorrer at 25 de maio de 2020.

A ind鷖tria do tabaco solicitou amplia玢o do prazo para atender 鄐 novas regras, conforme outra resolu玢o da Anvisa aprovada em dezembro, no entanto, o pedido foi indeferido.


Fonte: Gazeta Online

Setor de ve韈ulos tem o maior crescimento em quatro anos

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Com alta de 24,5% em rela玢o a igual per韔do de 2016, as compras de ve韈ulos no Brasil tiveram em setembro a maior taxa de crescimento dos 鷏timos quatro anos, em compara玢o com o mesmo m阺 do ano anterior. Desde abril de 2013, quando os emplacamentos subiram mais de 29%, o mercado n鉶 registrava avan鏾 t鉶 expressivo. Diante dos n鷐eros positivos, a Federa玢o Nacional da Distribui玢o de Ve韈ulos Automotores (Fenabrave) revisou para cima a proje玢o do aumento das vendas.

Para 2017, o setor esperava vender 4,3% a mais do que em 2016. Mas, ap髎 apurar alta de 7,9% do total vendido nos nove primeiros meses deste ano (1,6 milh鉶 de unidades), a Fenabrave elevou a expectativa de crescimento para 9,9%. A proje玢o se baseia na confian鏰 de que o mercado vai movimentar uma m閐ia pr髕ima de 200 mil ve韈ulos por m阺 at dezembro, a exemplo do que ocorreu em setembro, quando os licenciamentos de carros de passeio, utilit醨ios leves, caminh鮡s e 鬾ibus chegaram a 199,2 mil.

Pela an醠ise da Fenabrave, a redu玢o do desemprego, que come鏾u a cair antes do previsto, permitiu uma melhora na confian鏰 dos consumidores. Al閙 disso, a recupera玢o do cr閐ito a autom髒eis, que mostra alta de 8,3% neste ano, a queda de juros e a melhora da renda foram citadas pela federa玢o como fatores que v阭 permitindo a recupera玢o do mercado.

Tamb閙 ajudou a melhorar os volumes a safra recorde de gr鉶s, que estimulou as vendas de ve韈ulos de carga. Ainda que n鉶 tenha divulgado as previs鮡s para 2018, o presidente da Fenabrave, Alarico Assump玢o Jr., disse ter confian鏰 de que os n鷐eros do ano que vem ser鉶 ainda melhores.


Fonte: O Tempo

Vendas caminham para o melhor m阺 desde dezembro de 2015

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At sexta-feira, 18, foram emplacados em agosto 113,3 mil unidades de ve韈ulos no Pa韘, de acordo com dados do Renavam, Registro Nacional de Ve韈ulos Automotores, apresentados AutoData por uma fonte do mercado. Caso mantenha este ritmo nos pr髕imos nove dias 鷗eis at o fechamento do m阺 de agosto, no dia 31, os emplacamentos chegar鉶 a 207 mil unidades, o melhor desempenho desde dezembro de 2015.

O volume envolve tamb閙 os emplacamentos de caminh鮡s e 鬾ibus. De 2015 pra c, o m阺 em que mais houve licenciamentos foi dezembro do ano passado, quando foram registrados 204 mil 329 emplacamentos. Apesar de mostrar uma recupera玢o das vendas no mercado nacional que vinha abaixo da casa dos 200 mil desde ent鉶 , o volume segue distante do patamar observado no ano de 2013, quando os licenciamentos mensais superavam as 300 mil unidades.

De janeiro a julho deste ano foram emplacados 1 milh鉶 204 mil 260 ve韈ulos no Pa韘, a uma m閐ia di醨ia de pouco menos de nove mil ve韈ulos, apontaram dados da Anfavea divulgados no in韈io deste m阺. A quantidade de licenciamentos foi 3,4% maior do que a verificada no mesmo per韔do em 2016. Para a entidade, o desempenho traduz a confirma玢o da retomada das vendas de autom髒eis e diminui玢o das perdas no segmento de caminh鮡s. Ao contr醨io do anunciado para produ玢o e exporta珲es, a Anfavea ainda n鉶 reviu proje珲es de vendas internas para o ano. A entidade manteve em julho, em seu 鷏timo balan鏾 do setor, a expectativa de crescimento de 4% no mercado brasileiro.

Segundo o presidente da Anfavea, Antonio Megale, a entidade ainda n鉶 tem confian鏰 para alterar os c醠culos. Para ele, o crescimento no semestre est ainda abaixo do projetado para o ano.

Boletim AutoData Mercado 19/08/2017 P醙. 4 e 5

Fonte: Fenabrave

Venda de ve韈ulos novos cresce no semestre pela 1 vez desde 2013

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A venda ve韈ulos novos no Brasil cresceu 3,65% no primeiro semestre do ano, em rela玢o ao mesmo per韔do do ano passado, segundo dados divulgados pela associa玢o dos revendedores (Fenabrave) no dia 4 de julho. o primeiro resultado positivo para o semestre desde de 2013.

Entre janeiro e junho, 1.019.400 unidades novas de carros, comerciais leves, caminh鮡s e 鬾ibus foram emplacadas no pa韘. No mesmo per韔do de 2016, foram 983.495 unidades.

O avan鏾 foi puxado pelos carros de passeio e comerciais leves, que tiveram uma alta de 4,25% no primeiro semestre.

J o setor de ve韈ulos pesados (鬾ibus e caminh鮡s) ainda registra um decl韓io de 13,8%, embora tenha mostrado melhora no final do semestre.

Em junho, o resultado foi praticamente o mesmo de maio, com 194,9 mil unidades, o que representa uma alta de 13,5% na compara玢o com o mesmo m阺 do ano passado.


Fonte: G1 (Auto Esporte)

Reajuste de combust韛el agora pode ser at di醨io, diz Petrobras

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RIO - A Petrobras informou nesta sexta-feira (30/6) que sua diretoria executiva aprovou a revis鉶 da pol韙ica de pre鏾s de diesel e gasolina que passar鉶 a ter revis鮡s mais frequentes podendo ser at mesmo di醨ias. A empresa aprovou a revis鉶 da pol韙ica de pre鏾s de diesel e gasolina vendidos em suas refinarias, que passa a valer a partir da pr髕ima segunda-feira, dia 3 de julho, 搗isando aumentar a frequ阯cia de ajustes nos pre鏾s.

A avalia玢o feita pelo Grupo Executivo de Mercado e Pre鏾s (GEMP) composto pelo Presidente, Diretor Executivo de Refino e G醩 Natural e Diretor Executivo Financeiro e de Relacionamento com Investidores de que os ajustes que vinham sendo praticados, desde o an鷑cio da nova pol韙ica em outubro de 2016, com revis鮡s uma vez por m阺 搉鉶 t阭 sido suficientes para acompanhar a volatilidade crescente da taxa de c鈓bio e das cota珲es de petr髄eo e derivados, recomendando uma maior frequ阯cia nos ajustes.

Assim, a decis鉶 agora realizar ajustes nos pre鏾s, a qualquer momento, inclusive diariamente, desde que os reajustes acumulados por produto estejam, na m閐ia Brasil, dentro de uma faixa determinada (-7% a +7%), respeitando a margem estabelecida pelo GEMP.

揂l閙 disso, qualquer altera玢o fora dessa faixa ter que ser autorizada pelo GEMP. A revis鉶 da pol韙ica aprovada permitir maior ader阯cia dos pre鏾s do mercado dom閟tico ao mercado internacional no curto prazo e possibilitar a companhia competir de maneira mais 醙il e eficiente.

A Petrobras destaca ainda que 撻 importante ressaltar que os princ韕ios da pol韙ica de pre鏾s, aprovada em outubro de 2016, permanecem inalterados, levando em considera玢o o pre鏾 de paridade internacional (PPI), margens para remunera玢o dos riscos inerentes opera玢o e o n韛el de participa玢o no mercado.


Fonte: O Globo


Lei que permite descontos em pagamentos vista sancionada

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Para o governo, a diferencia玢o de pre鏾s beneficia empresas e consumidores e estimula queda no valor m閐io dos produtos


A partir desta ter鏰-feira (27), comerciantes est鉶 autorizados a oferecer pre鏾s diferenciados para pagamentos em dinheiro ou cart鉶 de cr閐ito ou d閎ito. O texto foi sancionado sem vetos nesta segunda-feira em cerim鬾ia no Pal醕io do Planalto pelo presidente da Rep鷅lica, Michel Temer, e entra em vigor hoje, com a publica玢o da lei no Di醨io Oficial da Uni鉶.

A nova lei tem origem no Projeto de Lei de Convers鉶 6/2017, decorrente da Medida Provis髍ia (MP) 764/2016 e aprovado no Senado no 鷏timo dia 31 de maio e, pela C鈓ara, no dia 24 de maio.

O texto tamb閙 obriga o fornecedor a informar, em local vis韛el ao consumidor, os descontos oferecidos em fun玢o do meio e do prazo de pagamento. Se ele n鉶 cumprir a determina玢o, ficar sujeito a multas previstas no C骴igo de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/1990).

Taxas
Apesar de proibida em lei, a pr醫ica j era adotada por muitos comerciantes, que ofereciam descontos para quem pagasse com dinheiro. Com a diferencia玢o na cobran鏰, eles buscavam evitar as taxas cobradas pelos cart鮡s e a demora para receber o dinheiro.

A proposta n鉶 obriga a diferencia玢o de pre鏾s, somente oferece essa possibilidade ao com閞cio. No entendimento do relator da medida provis髍ia, deputado Marco Tebaldi (PSDB-SC), o est韒ulo ao pagamento vista e em dinheiro pode criar uma situa玢o de concorr阯cia que leve as administradoras de cart鉶 a baixar as taxas cobradas dos estabelecimentos comerciais.

Segundo o Executivo, a diferencia玢o de pre鏾s beneficia empresas e consumidores e estimula queda no valor m閐io dos produtos. A medida tamb閙 evitaria a pr醫ica do chamado subs韉io cruzado quando os consumidores que n鉶 utilizam cart鉶 pagam o mesmo pre鏾 que os consumidores que utilizam esse sistema de pagamento, sobre o qual incidem taxas.


Fonte: Portal da C鈓ara dos Deputados

N鷐ero de ve韈ulos em circula玢o nas rodovias do pa韘 aumentou 194,1% em 15 anos

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Em contraste aos baixos investimentos na melhoria e amplia玢o da malha rodovi醨ia no Brasil nos 鷏timos 15 anos, a frota de ve韈ulos em circula玢o no pa韘 aumentou 194,1%, de 2001 para 2016, passando de 31 milh鮡s para 93 milh鮡s.

Na compara玢o entre 2016 para 2015, o n鷐ero de ve韈ulos subiu de 90 milh鮡s para 93 milh鮡s. Essas informa珲es est鉶 no Anu醨io CNT do Transporte 2017, divulgado no dia 1篸e junho.

A frota de motocicletas foi a que apresentou maior crescimento em 15 anos: 420%, passando de 4 milh鮡s para 20 milh鮡s. Na sequ阯cia, est鉶 os autom髒eis, 鬾ibus e caminh鮡s.

O diretor-executivo da CNT (Confedera玢o Nacional dos Transportes), Bruno Batista, explica que esse crescimento no n鷐ero de motocicletas em circula玢o gerou redu玢o dos passageiros no transporte coletivo e aumentou a ocupa玢o dos espa鏾s das vias por ve韈ulos de uso individual, gerando maior lentid鉶 no fluxo de ve韈ulos.

Fonte: Anu醨io CNT

Montadoras de ve韈ulos anunciam investimentos de R$ 16 bilh鮡s no Brasil

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Com um ind韈io de retomada do mercado interno e um grande salto nas exporta珲es, oito fabricantes de ve韈ulos instalados no Brasil anunciaram nos 鷏timos meses investimentos que chegam a um total de R$ 16,35 bilh鮡s at 2021.

Depois de 4 anos consecutivos de queda, entre 2013 e 2016, as vendas no Brasil voltaram a crescer. De janeiro a setembro deste ano, os emplacamentos de carros, comerciais leves, caminh鮡s e 鬾ibus novos subiram 7,4%, na compara玢o com o mesmo per韔do de 2016.

De acordo com o novo presidente da Volkswagen do Brasil, o argentino Pablo Di Si, o mercado manter ritmo de 8% a 10% ao ano at 2020, quando o total chegar 2,8 milh鮡s de unidades - um resultado pr髕imo ao registrado em 2008 e bem distante do recorde de 3,8 milh鮡s de 2012.

Mas n鉶 s esta expectativa que move as fabricantes. O verdadeiro motor da recupera玢o a exporta玢o, que saltou 55% neste ano e representa 28% da produ玢o nacional, com recorde de 566 mil unidades at o m阺 passado.

Com isto, as linhas de montagem est鉶 voltando a operar em um ritmo melhor e metade dos 12 mil funcion醨ios que estavam com alguma restri玢o na jornada at julho j voltou ao trabalho. Algumas empresas contrataram mais empregados.


Veja para onde v鉶 os investimentos:


  • General Motors R$ 4,5 bilh鮡s R$ 3,1 bilh鮡s para as f醔ricas de S鉶 Caetano do Sul (SP) e Joinville (SP), e R$ 1,4 bilh鉶 na unidade de Gravata (RS), que vai produzir um novo ve韈ulo. O valor faz parte de um investimento total de R$ 13 bilh鮡s entre 2014 e 2020.
  • Volkswagen R$ 2,6 bilh鮡s moderniza玢o da 1 f醔rica no Brasil, no ABC paulista, para produ玢o de novos modelos, entre eles o Polo. Faz parte de um total de R$ 7 bilh鮡s at 2020, anunciados no ano passado.
  • Scania R$ 2,6 bilh鮡s desenvolvimento de novos produtos e atualiza玢o da f醔rica em S鉶 Bernardo do Campo (SP) at 2020.
  • Mercedes-Benz Caminh鮡s R$ 2,4 bilh鮡s modernizar as unidades de S鉶 Bernardo do Campo (SP) e Juiz de Fora (MG) nos pr髕imos cinco anos.
  • VW Caminh鮡s e 詎ibus (MAN) R$ 1,5 bilh鉶 renova玢o de produtos, atualiza玢o da f醔rica em Resende (RJ) entre 2017 e 2021.
  • Toyota R$ 1 bilh鉶 atualiza玢o da unidade de Sorocaba (SP) para produzir o Yaris.
  • Volvo R$ 1 bilh鉶 produtos e servi鏾s da divis鉶 de caminh鮡s e 鬾ibus.
  • Renault R$ 750 milh鮡s R$ 350 milh鮡s em uma nova f醔rica para produ玢o de blocos e cabe鏾tes de motores 1.6 e R$ 400 milh鮡s para amplia玢o do complexo em S鉶 Jos dos Pinhais (PR).

Fonte: G1 Auto Esporte

Contran altera regra sobre autoriza玢o especial de tr鈔sito para ve韈ulos de carga

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O Contran (Conselho Nacional de Tr鈔sito) alterou as regras para concess鉶 da AET (Autoriza玢o Especial de Tr鈔sito) para CVCs (Combina珲es de Ve韈ulos de Carga). As normas est鉶 previstas na Resolu玢o n 663/2017, publicada no Di醨io Oficial da Uni鉶 do dia 20 de abril.

As altera珲es dizem respeito a ve韈ulos com PBTC (Peso Bruto Total Combinado) superior a 74 toneladas e inferior ou igual 91 toneladas, com altura m醲ima de 4,40 metros e comprimento de 28 a 30 metros.

Segundo o texto, para obter as autoriza珲es para essas combina珲es, ser necess醨io atender a um conjunto de procedimentos administrativos, especifica珲es t閏nicas e requisitos de seguran鏰.

Fonte: Ag阯cia CNT Site Abcam

Entrega do Relat髍io Anual de Atividades Potencialmente Poluidoras e Utilizadoras de Recursos Ambientais ser prorrogada para 31 de maio

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Bras韑ia (29/03/2017) A entrega do 燫elat髍io Anual de Atividades Potencialmente Poluidoras e Utilizadoras de Recursos Ambientais (RAPP) ser prorrogada para 31 de maio de 2017 em raz鉶 de instabilidades nos sistemas do Ibama, que inviabilizaram o acesso de usu醨ios externos nos 鷏timos dias. A nova data limite tamb閙 se aplica aos Relat髍ios de Pneum醫icos e ao Protocolo de Montreal. Uma normativa ser publicada nos pr髕imos dias para estender o prazo anterior, que terminava em 31 de mar鏾.

O Ibama recomenda que os usu醨ios evitem deixar a entrega para as 鷏timas semanas. Um grande volume de acessos simult鈔eos pode sobrecarregar os sistemas.

O Relat髍io Anual de Atividades Potencialmente Poluidoras e Utilizadoras de Recursos Ambientais (RAPP), previsto na Lei n 6.938/81 ( 1, Art. 17-C), um instrumento de coleta de informa珲es de interesse ambiental com o objetivo de colaborar com procedimentos de controle e fiscaliza玢o, al閙 de subsidiar a珲es de gest鉶 ambiental. Sua entrega obrigat髍ia para pessoas f韘icas e jur韉icas que exercem atividades sujeitas cobran鏰 de Taxa de Controle e Fiscaliza玢o Ambiental (TCFA).

Regulamentado pela IN Ibama n 06/2014, o RAPP composto por formul醨ios eletr鬾icos divididos em temas espec韋icos. O n鷐ero e os tipos de formul醨ios a serem preenchidos varia em fun玢o das atividades registradas no CTF/APP.

Para acessar o RAPP v at a p醙ina de Servi鏾s do Ibama. Dentro do sistema, passe a seta do mouse no menu 揜elat髍ios submenu 揂tividades - Lei 10.165/00 .


Fonte: Site do Ibama

Governo eleva para 8% mistura obrigat髍ia de biodiesel no diesel comum

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O governo federal elevou de 7 para 8 por cento o percentual obrigat髍io de mistura de biodiesel no diesel comum vendido ao consumidor a partir de 1 de mar鏾 de 2017, segundo publica玢o do Minist閞io de Minas e Energia (MME) no Di醨io Oficial da Uni鉶.

A mistura obrigat髍ia ser elevada para 9 por cento a partir de 1 de mar鏾 de 2018 e a 10 por cento em 1 de mar鏾 de 2019, de acordo com a resolu玢o.

"Com ado玢o do novo percentual para 8 por cento, o Brasil tamb閙 abre espa鏾 para a redu玢o das importa珲es de 髄eo diesel, al閙 de favorecer a agricultura familiar e o agroneg骳io brasileiro, por meio do incentivo produ玢o", disse o MME.

Segundo o minist閞io, o pa韘 est entre os dois maiores produtores do biocombust韛el, junto com os Estados Unidos, tendo ultrapassado de forma definitiva os produtores europeus, primeiros a utilizarem o biocombust韛el em larga escala.

Apenas nos 鷏timos dois anos, com a adi玢o dos 7 por cento do biodiesel ao diesel convencional, a capacidade instalada de produ玢o chegou a 7,2 bilh鮡s de litros, disse o minist閞io, acrescentando que o volume suficiente para atender a mistura de 10 por cento, estimada em seis bilh鮡s de litros quando da sua vig阯cia, em 2019.

Fonte: Reuters

Globo.com

ANTT alerta para prazos de recadastramento no RNTRC

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AANTT (Ag阯cia Nacional de Transportes Terrestres) alerta os transportadores paraa antecipa玢o do vencimento dos certificados do RNTRC (Registro Nacional deTransportadores Rodovi醨ios de Cargas) que valeriam at o per韔do de 2017a 2020.

Essesdocumentos dever鉶 ser renovados at o 鷏timo dia de maio de 2017, conformecronograma descrito na Portaria Suroc n 230, de 13 de outubro de 2015. A datade vencimento do registro est vinculada ao final da placa dos ve韈uloscadastrados.

 

Parasaber a data limite para solicitar o recadastramento no RNTRC, o transportadordever verificar a validade de seu certificado na Consulta P鷅lica de Transportador.Para acessar, clique aqui.


Com informa珲es da ANTT

 

Fonte: CNT - Confedera玢o Nacional do Transporte

Financiamento de ve韈ulos cai 12,4% no Brasil em 2016, diz Cetip

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O n鷐ero de ve韈ulos vendidos com financiamento no Brasil recuou 12,4% em 2016, na compara玢o com o ano anterior, segundo informou dia 13 de janeiro a Cetip, que opera  a base integrada de dados que re鷑e o cadastro das restri珲es financeiras de ve韈ulos oferecidos como garantia em opera珲es de cr閐ito.

o quinto ano consecutivo de n鷐eros menores para as aquisi珲es com cr閐ito, mas o 韓dice menor que os 17% registrados em 2015. Desde 2011, o volume s cai.

No total, foram 4,65 milh鮡s de carros, comerciais leves, motos, 鬾ibus e caminh鮡s financiados no ano passado.

Os modelos novos puxaram a queda, com baixa de 25,6%, para 1,7 milh鉶 de unidades.

O valor superior aos 20,1% de recuo na venda de ve韈ulos novos em geral, incluindo o pagamento a vista.

Segundo a associa玢o de fabricantes (Anfavea), as vendas a prazo atingiram um m韓imo hist髍ico de 51,7% das vendas em novembro.

J os usados apresentaram varia玢o negativa de 2% nos financiamentos, para 2,91 milh鮡s de unidades.

Autom髒eis
Entre os carros de passeio, apenas os "usados maduros" (entre 9 e 12 anos de idade) avan鏰ram, com alta de 16,3% na compara玢o com 2015.

No entanto, a maioria dos usados financiados em 2016 tinha de 4 a 8 anos, que s鉶 considerados "usados jovens". Foram 1,45 milh鉶 de unidades. Os seminovos (at 3 anos) somaram 778 mil unidades.

Tipo de cr閐ito
A grande maioria das vendas a prazo s鉶 feitas pelo Cr閐ito Direto ao Consumidos, o CDC, que representou 80,7% do total. Os cons髍cios ficaram com 16,6%, e o leasing com 1,2%.

O prazo m閐io para o pagamento foi de 36,9 meses para ve韈ulos novos e chegou a 42,8 meses para os usados de 4 a 8 anos., segundo a Cetip.

Motos
As vendas financiadas de motocicletas sofreram queda de 21,3% em 2016, mesmo com uma leve alta de 0,7% nos contratos deste tipo para modelos usados.

Fonte: G1 - Auto Esporte

Anfavea revela balan鏾 de 2016 e projeta crescimento para 2017

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A Associa玢o Nacional dos Fabricantes de Ve韈ulos Automotores, Anfavea, apresentou no dia 5 de janeiro, em S鉶 Paulo, o balan鏾 final da ind鷖tria automobil韘tica brasileira em 2016. Na ocasi鉶 a entidade tamb閙 apresentou suas proje珲es para 2017.

 

O licenciamento de autove韈ulos no ano passado foi de 2,05 milh鮡s de unidades, queda de 20,2% frente as 2,57 milh鮡s de unidades vendidas em 2015. Somente em dezembro o melhor m阺 do ano foram negociadas 204,3 mil autove韈ulos, crescimento de 14,7% ante as 178,2 mil unidades de novembro e baixa de 10,3% se comparado com as 227,8 mil de dezembro de 2015.

 

Para Antonio Megale, presidente da Anfavea, v醨ios fatores contribu韗am para este desempenho: 搊 primeiro a confian鏰 em baixa, em raz鉶 da instabilidade pol韙ica vivida pelo Pa韘, que fez investidores e consumidores adiarem suas decis鮡s. O segundo o acesso ao cr閐ito, resultado da conjuntura socioecon鬽ica, que tornou as institui珲es financeiras muito seletivas na hora da concess鉶. A consequ阯cia disso foi que a participa玢o de vendas financiadas no total do licenciamento nos patamares mais baixos da s閞ie hist髍ica.

 

A produ玢o em 2016 foi de 2,16 milh鮡s de unidades inferior em 11,2% ao se defrontar com as 2,43 milh鮡s de unidades do ano anterior. No 鷏timo m阺 do ano as 200,9 mil unidades fabricadas indicam diminui玢o de 7,1% contra as 216,3 mil de novembro e de expans鉶 de 40,6% quando analisado com as 142,8 mil do mesmo m阺 de 2015.

 

Nas exporta珲es o cen醨io foi de alta: 520,3 mil unidades foram negociadas com outros pa韘es, alta de 24,7% sobre as 417,3 mil unidades de 2015. Em dezembro 62,9 mil ve韈ulos atravessaram as fronteiras, n鷐ero 11% maior em rela玢o a novembro, com 56,7 mil unidades, e 36,1% acima ante as 46,2 mil de dezembro de 2015.

 

Caminh鮡s e 鬾ibus

 

As vendas de caminh鮡s em 2016 registraram 50,6 mil unidades, contra玢o de 29,4% diante das 71,7 mil unidades do ano anterior. Na an醠ise m阺 a m阺, as 4,5 mil unidades comercializadas em dezembro ficaram 17,1% acima das 3,8 mil de novembro e 20,8% inferior as 5,6 mil unidades de dezembro de 2015.

 

Na produ玢o o ano fechou com baixa de 18,2% ao se comparar as 60,6 mil unidades com as 74,1 mil de 2015. Sa韗am das linhas de montagem em dezembro 4,2 mil unidades, menor em 21,2% do que novembro, com 5,4 mil, e 63,6% superior as 2,6 mil de igual per韔do de 2015.

 

As exporta珲es em 2016, com 21,5 mil unidades, subiram 2,3% frente as 21 mil unidades negociadas em 2015. Na an醠ise mensal, dezembro apresentou resultado maior em 6,8%: foram 2,4 mil unidades no 鷏timo m阺 e 2,2 mil em novembro. E apresentou crescimento de 131,7% ante as mil de dezembro de 2015.

 

No segmento de 鬾ibus as vendas foram de 11,2 mil unidades, recuo de 33,5% frente as 16,8 mil de 2015. No 鷏timo m阺 do ano foram comercializados 667 鬾ibus, aumento de 9,3% ante as 610 de novembro e de contra玢o de 48,6% sobre as 1,3 mil de dezembro de 2015.

 

A produ玢o ao longo de 2016 registrou 18,7 mil chassis para 鬾ibus baixa de 13% diante das 21,5 mil de 2015. Foram produzidos 979 chassis em dezembro, diminui玢o de 38,7% se defrontado com as 1,6 mil de novembro e de alta de 81% contra as 541 de dezembro do ano anterior.

 

Foram exportados 9,8 mil chassis para 鬾ibus em 2016: eleva玢o de 33,2% se comparado com as 7,3 mil de 2015. O resultado das exporta珲es no d閏imo segundo m阺 de 2016, com 974 unidades, aumentou 32,5 % frente as 735 unidades de novembro e 21,9% ao defrontar com as 799 de dezembro de 2015.

 

M醧uinas agr韈olas e rodovi醨ias

 

Em 2016 foram negociadas 42,8 mil unidades, queda de 4,8% sobre as 45 mil em 2015. No 鷏timo m阺 do ano, quando o setor comercializou 4,1 mil m醧uinas, houve eleva玢o de 14,8% ante as 3,6 mil de novembro e de 84% na an醠ise com as 2,2 mil de dezembro de 2015.

 

A produ玢o nos meses transcorridos de 2016 acumularam 53 mil unidades e ficou 4,1% abaixo do que o ano passado, com 55,3 mil unidades. Em dezembro 5,5 mil unidades foram fabricadas, o que representa estabilidade contra novembro e crescimento de 511% contra as 906 unidades do mesmo per韔do de 2015.

 

As exporta珲es no setor de m醧uinas agr韈olas e rodovi醨ias encerraram o ano com 9,5 mil unidades, o que significa diminui玢o de 5,7% frente as 10,1 mil de 2015.

 

Proje珲es para 2017

 

A Anfavea estima aumento de 4,0% no licenciamento de autove韈ulos em 2017: a expectativa de comercializar 2,13 milh鮡s de unidades. No caso das exporta珲es, novo aumento esperado: 7,2%, totalizando 558 mil unidades enviadas para outros pa韘es.

A previs鉶 de produ玢o de 2,41 milh鮡s de unidades, 11,9% acima do registrado em 2016. Na vis鉶 de Antonio Megale, presidente da Anfavea, existem diversas raz鮡s para acreditar em crescimento: 揳 conjuntura macroecon鬽ica indica fatos positivos, como aumento do PIB, infla玢o convergindo para o centro da meta, redu珲es cont韓uas da taxa b醩ica de juros e estabiliza玢o do d髄ar. Al閙 disso, a PEC do teto dos gastos j est aprovada, algumas medidas econ鬽icas foram anunciadas, vivenciamos estabiliza玢o do ritmo de vendas e teremos uma base baixa de compara玢o. Ao juntar todos estes fatores, acreditamos em uma rea玢o sequencial, que passa pela retomada da confian鏰 tanto do consumidor quanto do investidor, reaquecimento do consumo e abertura gradual da concess鉶 de cr閐ito.

 

A previs鉶 da entidade para o setor de pesados tamb閙 de crescimento das vendas em 6,4% contra 2016. Com isso o segmento dever encerrar o ano com 65,6 mil unidades vendidas. A proje玢o de exporta珲es do segmento de 34,4 mil unidades, eleva玢o de 10,0%. Assim, a produ玢o dever ser de 100,0 mil, um aumento de 26,1%.

Para o setor de m醧uinas agr韈olas e rodovi醨ias, a proje玢o de alta das vendas internas em 13,0% ser鉶 49,5 mil unidades em 2017. As exporta珲es tamb閙 ser鉶 6,0% superiores: 10,2 mil unidades. E a fabrica玢o de novos produtos ser de 59,6 mil unidades este ano, alta de 10,7%.

 

Fonte: Site Anfavea www.anfavea.com.br

Licenciamento ambiental de postos de combust韛eis fica mais rigoroso no Paran

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O secret醨io Estadual do Meio Ambiente e Recursos H韉ricos, Antonio Carlos Bonetti, assinou nesta quarta-feira (21), uma resolu玢o que torna mais transparente e rigoroso os licenciamentos ambientais para postos de combust韛eis no Paran. Os licenciamentos s鉶 atribui珲es do Instituto Ambiental do Paran, vinculado Secretaria do Meio Ambiente.

A Resolu玢o n 032/2016, debatida pelos t閏nicos da Secretaria, do IAP, Mineropar e com o setor, detalha minuciosamente todos os crit閞ios exigidos tanto para licen鏰s de postos j implantados como de novos empreendimentos.

PASSIVOS - Uma das mudan鏰s em rela玢o a resolu玢o anterior o detalhamento da metodologia para investiga珲es de passivos ambientais de postos j implantados. 揈xistem muitos postos antigos, que apresentam contamina玢o de solo e do len鏾l fre醫ico, por isso os 髍g鉶s ambientais est鉶 tratando com mais rigor esse tipo de empreendimento. Eles dever鉶 apresentar uma investiga玢o t閏nica do passivo, explicou a diretora de Licenciamento Ambiental do IAP, Ivonete Coelho Chaves. 揂 nova resolu玢o tamb閙 detalha todo o procedimento para remedia玢o (recupera玢o) desses locais, disse.

A assinatura contou com a presen鏰 do presidente do IAP, Tarc韘io Mossato; do presidente da Mineropar, Jos Antonio Zem; do presidente do Sindicombust韛eis, Rui Chicella, al閙 de diretores e t閏nicos das institui珲es. 揙 que muda o rigor na documenta玢o e na fiscaliza玢o do IAP, o que passar a ser exemplo para que outros estados fa鏰m o mesmo, disse o secret醨io Bonetti.

REQUISITOS Entre os requisitos exigidos est a implanta玢o de tanques de paredes duplas e processo de prote玢o e controles necess醨ios aos postos. Al閙 disso, o laborat髍io respons醰el pela execu玢o e emiss鉶 de laudos de amostras retiradas de fontes de polui玢o ambiental dever ter o Certificado de Cadastramento de laborat髍io de Ensaios Ambientais concedido pelo IAP.

Ainda de acordo com a resolu玢o fica proibida a infiltra玢o direta no solo de efluentes provenientes de 醙uas de lavagem de ve韈ulos e do setor de abastecimento, mesmo que tratadas.

Fica proibido o lan鏰mento de efluentes l韖uidos, direta ou indiretamente em corpos h韉ricos superficiais como mananciais de abastecimento p鷅lico. Os postos dever鉶 realizar o automonitoramento dos efluentes l韖uidos de acordo com a portaria 256/2013 do IAP.

Para Tarc韘io Mossato, com as mudan鏰s estabelecidas pode se construir um Estado ainda melhor. 揈sse o resultado de anos de estudo junto ao corpo t閏nico do IAP e da Mineropar. O trabalho em equipe foi fundamental na elabora玢o dessa resolu玢o. E a assinatura dela, a fundamenta玢o de querer fazer mais e melhor, disse ele.

Fonte: site IAP

Multas de tr鈔sito ficar鉶 mais caras a partir de 1 de novembro

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As multas de tr鈔sito ficar鉶 mais caras a partir de 1 de novembro. Com os novos valores, previstos a partir da altera玢o do C骴igo de Tr鈔sito Brasileiro, infra珲es grav韘simas, cujo valor de multa atual est em R$ 191,54, passar鉶 a R$ 293,47; multas a serem pagas por infra玢o grave passar鉶 dos atuais R$ 127,69 para R$ 195,23.

As multas cobradas por infra珲es consideradas m閐ias aumentar鉶 de R$ 85,13 para R$ 130,16. As leves ser鉶 reajustadas dos atuais R$ 53,20 para R$ 88,38.

Tamb閙 a partir de novembro ser鉶 reajustados os valores das multas aplicadas a motoristas suspeitos de dirigir alcoolizados que se recusarem a fazer o teste do baf鬽etro. Nesse caso, a multa passar de R$ 1.915 para R$ 2.934,70. O motorista ter ainda a habilita玢o suspensa pelo prazo de 12 meses.

Fonte: Ag阯cia Brasil

Saiba como fazer a renova玢o do RNTRC Registro Nacional de Transportadores Rodovi醨ios de Cargas

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A ANTT Ag阯cia Nacional de Transporte Terrestre lan鏾u um v韉eo com o passo a passo do recadastramento do Registro Nacional de Transportadores Rodovi醨ios de Cargas (RNTRC). O v韉eo mostra como consultar o registro, e mostra tamb閙 os locais onde poss韛el renovar o cadastro.

Mantenha-se em dia com seus documentos e apto a exercer o transporte de cargas no Brasil. Clique aqui e confira o v韉eo.

 Fonte: Fetranspar

Projeto busca aperfei鏾ar lei que obriga uso do farol durante o dia

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A recente altera玢o no C骴igo de Tr鈔sito queobriga os motoristas a usarem far骾s baixos durante o dia nas rodoviasbrasileiras motivou a apresenta玢o de outro projeto de lei no Senado (PLS 262/2016).O texto, do senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE), busca eliminar anecessidade de acender os far骾s durante o dia em vias urbanas e liberar do usodo farol baixo os ve韈ulos equipados com luzes diurnas.

De acordo com o texto, o uso dos far骾s baixosdurante o dia ser obrigat髍io nas vias rurais, que compreende estradas erodovias. Nas vias urbanas, ainda que sejam consideradas rodovias, o uso ser醖ispensado. De acordo com o autor da proposta, em condi珲es de tr醘ego pesado,com a presen鏰 de motociclistas, manter todos os far骾s acesos pode piorar ascondi珲es de seguran鏰.

Valadares tamb閙 lembra que, embora n鉶 seja umitem obrigat髍io, muitos ve韈ulos em circula玢o no pa韘 j s鉶 equipados comluzes de circula玢o diurna, que servem para deixar o ve韈ulo mais vis韛el. 揙equipamento cumpre exatamente a mesma fun玢o para a qual tornou-se obrigat髍ioo acendimento da luz baixa, explicou.

O texto, apresentado em junho, vai ser analisadopela Comiss鉶 de Constitui玢o, Justi鏰 e Cidadania (CCJ). Ainda n鉶 foidesignado relator para o projeto.

Lei

A Lei 13.290/2016, que determina o uso obrigat髍io de farol baixo durante o dia em rodovias, teveorigem no Projeto de Lei da C鈓ara (PLC) 156/2015, do deputado Rubens Bueno (PPS-PR), aprovado no Senado no final de abril.

Durante a an醠ise pelo Senado, a medida,institu韉a para aumentar a seguran鏰 nas estradas, foi defendida pelo relatorda mat閞ia, senador Jos Medeiros (PSD-MT), que atuou como policial rodovi醨iofederal por 20 anos. Para ele, trata-se de um procedimento bastante simples quedeve contribuir para a redu玢o das mortes nas rodovias.

Ag阯cia Senado (Reprodu玢o autorizada mediante cita玢o da Ag阯ciaSenado)

Fonte: Ag阯cia Senado

Uso da Terceira Placa deixa de ser obrigat髍io em ve韈ulos de carga

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O Di醨io Oficial da Uni鉶 publicou a Delibera玢o Contran n 149, de 28 de junho de 2016, que torna facultativo o uso do Dispositivo Auxiliar de Identifica玢o Veicular, mais conhecido como 3 Placa ou 揊aixa Ouro, alterando o disposto na Resolu玢o n 370, de 10/12/2010.

Desde dezembro de 2010, quando a 3 Placa foi criada, a NTC & Log韘tica se embasou em estudos t閏nicos de suas Assessorias que apontavam inconsist阯cias no plano legal para se posicionar contra a medida.

 A Resolu玢o n 370/10 do Contran continua em vigor, ou seja, a 3 Placa continua existindo. Por閙, seu uso facultativo para qualquer ve韈ulo de carga. A decis鉶 de us-la ou n鉶 fica a crit閞io de cada transportador.

Fonte: Portal NTC&Log韘tica

Definido o tema da Semana Nacional de Tr鈔sito 2016

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Em reuni鉶, o Conselho Nacional de Tr鈔sito (Contran) definiu o tema da Semana Nacional de Tr鈔sito para o ano de 2016 que ser: 揇閏ada Mundial de A珲es para a Seguran鏰 no tr鈔sito 2011/2020: Eu sou + 1 por um tr鈔sito + seguro.

Segundo o Denatran, o tema acompanha a evolu玢o das a珲es de campanha de educa玢o de tr鈔sito do 髍g鉶, e acompanha as a珲es da 揇閏ada Mundial de A珲es Para a Seguran鏰 do Tr鈔sito 2011/2020. A principal finalidade conscientizar o cidad鉶 de sua responsabilidade no tr鈔sito, valorizando a珲es do cotidiano e visando a participa玢o de todos para o alcance da seguran鏰 vi醨ia.

Ainda segundo o 髍g鉶, o ator do tr鈔sito deve ser tratado como algu閙 que tem o poder de decidir o seu destino e que o respons醰el pelas pr髉rias a珲es e sofrer as consequ阯cias de suas escolhas. Assim, o tema 揇閏ada Mundial de A珲es Para a Seguran鏰 do Tr鈔sito 2011/2020: Eu sou + 1 por um tr鈔sito + seguro, possibilita realizar a珲es focadas em todos os integrantes do tr鈔sito (pedestres, ciclistas, motociclistas, passageiros e condutores). Cada um respons醰el pelas atitudes no dia a dia no tr鈔sito e que cada um pode e faz a diferen鏰!

Semana Nacional de Tr鈔sito

Prevista na Lei 9503, de 23 de setembro de 1997 C骴igo de Tr鈔sito Brasileiro, a Semana Nacional de Tr鈔sito, comemorada entre os dias 18 e 25 de setembro, com a finalidade de conscientizar a sociedade, com vistas internaliza玢o de valores que contribuam para a cria玢o de um ambiente favor醰el ao atendimento de seu compromisso com a 搗aloriza玢o da vida focando o desenvolvimento de valores, posturas e atitudes, no sentido de garantir o direito de ir e vir dos cidad鉶s.

A Semana deve ter uma abrang阯cia nacional e mostrar a mudan鏰 de postura do governo frente a este assunto, al閙 de ser um convite participa玢o de toda a sociedade no esfor鏾 para a redu玢o de acidentes.

D閏ada Mundial de A珲es para a Seguran鏰 no Tr鈔sito

A Assembleia-Geral das Na珲es Unidas editou, em mar鏾 de 2010, uma resolu玢o definindo o per韔do de 2011 a 2020 como a 揇閏ada de A珲es para a Seguran鏰 no Tr鈔sito. O documento foi elaborado com base em um estudo da Organiza玢o Mundial da Sa鷇e (OMS) que contabilizou, em 2009, cerca de 1,3 milh鉶 de mortes por acidente de tr鈔sito em 178 pa韘es. Aproximadamente 50 milh鮡s de pessoas sobreviveram com sequelas.

Se nada for feito, a OMS estima que 1,9 milh鉶 de pessoas devem morrer no tr鈔sito em 2020 e 2,4 milh鮡s, em 2030. Nesse per韔do, entre 20 milh鮡s e 50 milh鮡s de pessoas sobreviver鉶 aos acidentes a cada ano com traumatismos e ferimentos. A inten玢o da ONU com a 揇閏ada de A玢o para a Seguran鏰 no Tr鈔sito poupar, por meio de planos nacionais, regionais e mundial, cinco milh鮡s de vidas at 2020.

 Fonte: Portal do Tr鈔sito

Postos de combust韛eis de SC ter鉶 que instalar medidor de volume

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A partir do segundo semestre, a Secretaria de Estado da Fazenda de SC, come鏰r a obrigar os postos a instalar o Medidor Volum閠rico de Combust韛el (MVC). O equipamento, iniciativa do fisco catarinense aprovada pelo Conselho Nacional de Pol韙ica Fazend醨ia (Confaz), mede em tempo real o volume de combust韛eis nos tanques de estocagem e envia as informa珲es 鄐 fazendas. O MVC tamb閙 ser 鷗il para alertar vazamentos, evitando problemas ambientais.

揤ai ficar bem mais dif韈il sonegar impostos nesse setor, que responde por 20% da arrecada玢o em Santa Catarina e chega a 30% em alguns estados, destaca o secret醨io Antonio Gavazzoni. Ele lembra que o Estado tem um dos menores 韓dices de sonega玢o de ICMS em combust韛eis, gra鏰s ao controle feito por meio do Emissor de Cupom Fiscal (ECF). Atualmente, 0,5% do que vendido em Santa Catarina adulterado.

A obrigatoriedade do MVC depende de cada estado. Santa Catarina pioneira. No Paran a exig阯cia ser feita de forma escalonada entre 30 de setembro de 2016 e 30 de setembro de 2018, come鏰ndo pelos postos com maior faturamento. A Fazenda poder determinar a instala玢o imediata em casos de comprovada fraude nas bombas de abastecimento, comercializa玢o de combust韛el adulterado ou pr醫ica de sonega玢o fiscal.

Por enquanto, h um fabricante homologado e outro em fase de homologa玢o. A Fazenda conceder cr閐ito para a compra do equipamento. O decreto para estabelecer os detalhes est em fase de elabora玢o.

Fonte: Reda玢o do NJ - Not韈ias de Joinville

Sancionada lei que obriga farol baixo na estrada durante o dia

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O presidente em exerc韈io Michel Temer sancionou alei que torna obrigat髍io rodar em estradas com o farol baixo aceso durante odia. A mudan鏰 no C骴igo Brasileiro de Tr鈔sito (CTB) foi publicada no Di醨ioOficial da Uni鉶 no dia 24/5/2016 e, segundo o Minist閞io das Cidades, come鏰 avaler em 45 dias, ou seja, em 8 de julho, que o prazo para os cidad鉶s seadaptarem 鄐 novas regras.

Temer vetou o artigo que dizia que a medida entravaem vigor na data da publica玢o por considerar que "sempre que a normapossua grande repercuss鉶, dever ter sua vig阯cia iniciada em prazo quepermita sua divulga玢o e conhecimento". O veto ser submetido ao Congresso.

At ent鉶, o uso de farol s era exigido para todosos ve韈ulos durante a noite e em t鷑eis, independentemente do hor醨io do dia. Paraas motos, o uso das luzes j era obrigat髍io durante o dia e a noite.

De acordo com o Departamento Nacional de Tr鈔sito(Denatran), a medida ser v醠ida para qualquer tipo de rodovia, incluindo asque passam por trechos urbanos e tamb閙 em t鷑eis com ilumina玢o p鷅lica.

Multa e 4 pontos na CNH

O descumprimento ser considerado infra玢o m閐ia,com multa de R$ 85,13 e 4 pontos na carteira de habilita玢o. O valor subir em novembro deste ano, assim como de outras multas. 

O projeto de lei foi proposto pelo deputado RubensBueno (PPS-PR), e relatado por Jos Medeiros (PSD-MT) no Senado. O parlamentarconsiderou que a imposi玢o pode 揳umentar a seguran鏰 nas estradas.

揟rata-se da imposi玢o de um procedimento bastantesimples e de baixo custo que poder aumentar a seguran鏰 nas estradas e assimcontribuir para a redu玢o da ocorr阯cia de acidentes frontais nas rodovias e,consequentemente, salvar in鷐eras vidas, defendeu Medeiros.

Valor das multas subir

Antes de ser afastada para o julgamento doimpeachment, Dilma Rousseff sancionou, em abril, medidas que endurecem aspuni珲es para infra珲es de tr鈔sito. O valor das multas subir entre 52% e 66% em novembro deste ano. 

Al閙 disso, a puni玢o para o motorista que forflagrado falando ou "manuseando" o telefone passar de m閐ia paragrav韘sima.

Veja os novos valores:

Infra玢o leve

- De R$ 53,20 para R$ 88,38 (aumento de 66%)

Infra玢o m閐ia

- De R$ 85,13 para R$ 130,16 (aumento de 52%)

Infra玢o grave

- De R$ 127,69 para R$ 195,23 (aumento de 52%)

Infra玢o grav韘sima

- De R$ 191,54 para R$ 293,47 (aumento de 53%)

Fonte: globo.com 朼utoesporte

Frota circulante no Brasil cresceu 2,5%

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06/05/2016 O Relat髍io da Frota Circulante elaborado com dados at 2015 apontou um total de 42,6 milh鮡s de ve韈ulos em uso e aumento de 2,5% no n鷐ero de ve韈ulos do Brasil na compara玢o com 2014. O crescimento foi menor que o de anos anteriores como reflexo da menor entrada de ve韈ulos novos no mercado. Como compara玢o, de 2011 para 2012 a alta registrada foi de 7,4%. Os novos n鷐eros foram elaborados pelo Sindipe鏰s, entidade que re鷑e fabricantes de componentes automotivos.

Os autom髒eis atingiram 35,3 milh鮡s de unidades e cresceram 2,5% assim como a frota total. A maior alta, 3,2%, ocorreu para os comerciais leves, que atingiram 5,05 milh鮡s de unidades em 2015. O menor crescimento, 0,4%, ocorreu com para a frota de 鬾ibus, que totalizou 389,1 mil ve韈ulos no ano passado. Foram registrados tamb閙 13,6 milh鮡s de motocicletas nas ruas em 2015, n鷐ero 1,3% maior que o obtido no ano anterior.

A idade m閐ia de todos os segmentos analisados subiu. A dos autom髒eis passou de oito anos e nove meses para nove anos. Segundo o Sindipe鏰s, 37% da frota total de ve韈ulos tem entre um e cinco anos de idade. Outros 44% t阭 entre seis e 15 anos. Ve韈ulos com 16 a 20 anos respondem por 13% do total.

Chama a aten玢o o envelhecimento gradativo das motos, que em 2011 tinham em m閐ia de cinco anos e um m阺 e em 2015 passaram a seis anos e seis meses, um reflexo direto da queda sucessiva nas vendas do setor desde 2012.

O estudo por combust韛el aponta que de 2014 para 2015 os ve韈ulos flex passaram de 54,3% para 57,2% e aqueles a gasolina recuaram de 34,3% para 31,7%. Os modelos a diesel mantiveram participa玢o est醰el em 9,8%. Os carros movidos exclusivamente a etanol eram 1,2% do total at o fim do ano passado.

Fonte: Automotive Business

Campe鉶 de 85 Cammarota volta ao Couto para defender p阯altis de torcedores

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A a玢o promocional Chute a Gol realizada pelo Coritiba om apoio da RDP Petr髄eo, nestes醔ado (9), no intervalo do jogo contra o Toledo, no Couto Pereira, colocoutr阺 torcedores alviverdes para bater p阯altis em um dos maiores 韉olos dahist髍ia do clube: o ex-goleiro Rafael Cammarota, campe鉶 brasileiro em 85.

Os torcedores que conseguissem balan鏰r arede ganhariam um kit com uma camisa modelo retr de 1985 e produtos oficiaisdo clube. 揈star aqui no Couto Pereira sempre especial para mim, poderrelembrar do tempo que eu jogava no Coxa, disse o eterno arqueiro alviverde aosite do clube.

Dos cinco torcedores sorteados na promo玢o,tr阺 compareceram para bater os p阯altis: Renan Ribeiro, Jo鉶 Victor e GabrielFialho. Apenas o primeiro conseguiu fazer o gol.

揂 gente sabia que era um campe鉶 brasileiroque estava ali, ent鉶, n鉶 foi f醕il, brincou o s骳io Gabriel Fialho, queerrou o chute. 揗as eu achei muito emocionante estar aqui com o Rafael,garantiu.

Fonte: Gazeta do Povo - http://www.gazetadopovo.com.br/esportes/futebol/coritiba/campeao-de-85-cammarota-volta-ao-couto-para-defender-penaltis-de-torcedores-81rb18j30fcq7a2jybbpvtqxg

Assembleia Legislativa do Paran aprova regulamenta玢o na forma de cobran鏰 de combust韛eis

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A Assembleia Legislativa do Paran (ALEP) aprovou em primeira vota玢o na sess鉶 plen醨ia de ter鏰-feira (05), com 38 votos favor醰eis, o Projeto de Lei que institui a formata玢o dos pre鏾s para comercializa玢o de combust韛eis limitado a dois d韌itos de centavos diretamente na bomba de abastecimento e com divulga玢o em local vis韛el e com destaque.

De autoria do deputado Evandro Ara鷍o (PSC), o texto aprovado reduz o valor anunciado do combust韛el a dois d韌itos de centavos (R$ 3,64 por exemplo), e n鉶 mais a tr阺 n鷐eros ap髎 a v韗gula (R$3,649), como feito atualmente pelos postos de combust韛el.

A justificativa do projeto alerta que a estrat間ia adotada pelos estabelecimentos confunde e causa preju韟os ao consumidor. Para o parlamentar, o terceiro d韌ito utilizado como mecanismo de disfarce do pre鏾 real do combust韛el, tratando-se de uma pr醫ica irregular. O projeto j contava com parecer favor醰el da Comiss鉶 de Constitui玢o e Justi鏰, da Comiss鉶 de Defesa do Consumidor e da Comiss鉶 de Ind鷖tria, Com閞cio, Emprego e Renda.

Fonte: www.rbj.com.br

Conhe鏰 os ganhadores da Promo玢o CARA A CARA COM O CARA RDP Petr髄eo

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A RDP Petr髄eo sorteou cinco torcedores para participarem da Promo玢o CARA A CARA COM O CARA no intervalo do jogo entre Coritiba e Toledo que ser amanh, dia 09/04, 鄐 16 horas no Couto Pereira.
 
Os sorteados ganharam um par de ingressos nas cadeiras sociais superiores do est醖io, al閙 da oportunidade de entrar no gramado para bater um p阯alti no ex-goleiro e 韉olo alviverde Rafael Cammarota.
 
CONFIRA OS GANHADORES:
 
1. Gabriel Camilo Fialho
2. Helio Vargas
3. Jo鉶 Victor
4. Renan Ribeiro
5. Thiago Licinio
 
Mais uma vez o torcedor Coxa-Branca surpreende pela grande ades鉶 鄐 a珲es realizadas pela RDP Petr髄eo.
 
Parab閚s aos ganhadores e at a pr髕ima!
 
 

RDP Petr髄eo traz o 韉olo alviverde Rafael Cammarota para a玢o promocional no Couto Pereira

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No pr髕imo s醔ado, 9/4, a RDP Petr髄eo ir realizar mais uma a玢o promocional junto torcida do Coritiba Foot Ball Club.

Para a realiza玢o desta a玢o, a RDP ir trazer um dos principais 韉olos que marcaram a hist髍ia do Coritiba, o ex-goleiro Rafael Cammarota, campe鉶 brasileiro pelo Coxa em 1985.

Durante o intervalo do confronto entre o Coritiba e o Toledo, cinco torcedores ter鉶 a oportunidade de pisar no gramado do Couto Pereira e bater um p阯alti com o eterno 韉olo alviverde Rafael Cammarota no gol. Trata-se da a玢o CARA A CARA COM O CARA. Os participantes que marcarem o gol ir鉶 ganhar uma camisa modelo retr 1985 autografada pelo ex-goleiro, e diversos brindes da RDP Petr髄eo.

Para participar, basta deixar o coment醨io "A RDP vai me deixar cara a cara com o cara no post da promo玢o no Facebook oficial do Coritiba. Ser鉶 aceitos coment醨ios at 鄐 14h da pr髕ima sexta-feira, dia 8/4. A divulga玢o dos ganhadores ser no mesmo dia, 鄐 16h, nos ve韈ulos oficiais do Coritiba Foot Ball Club e no site da RDP Petr髄eo.

Os sorteados ir鉶 ganhar tamb閙 um par de ingressos para assistir a partida no setor social superior no Alto da Gl髍ia. O jogo ser 鄐 16 horas.

Saiba quais equipamentos devem ser calibrados para evitar autua珲es no INMETRO

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Gasolina

- Dens韒etro com escala de 0,700 A 0,750.

- Dens韒etro com escala de 0,750 a 0,800 com menor divis鉶 de 0,0005 g / ml.

obrigat髍io o Certificado de Verifica玢o expedido pelo Inmetro e que acompanha o instrumento no ato da sua aquisi玢o. Por閙, nada impede que o posto tenha, tamb閙, o Certificado de Calibra玢o emitido por laborat髍io da Rede Brasileira de Calibra玢o ou por outro que utilize padr鮡s rastre醰eis pelo Inmetro.


觢eo Diesel

- Dens韒etro com escala de 0,800 a 0,850.

- Dens韒etro Com escala de 0,850 a 0,900.

O Certificado de Verifica玢o do Inmetro obrigat髍io, mas pode ser substitu韉o pelo de Calibra玢o.


Gasolina e 觢eo Diesel

- Term鬽etro para Petr髄eo e seus derivados, com escala de -10篊 a 50篊 e subdivis鮡s de 0,2篊 ou 0,5篊.

Um 鷑ico term鬽etro serve para a an醠ise da gasolina e do 髄eo diesel. Para o equipamento, obrigat髍io o Certificado de Verifica玢o do Inmetro, que pode ser substitu韉o pelo Certificado de Calibra玢o.


Etanol

- Dens韒etro com escala de 0,750 a 0,800 dens韒etro com escala de 0,800  a 0,850 (observa玢o: ambos podem ser substitu韉os apenas pelo dens韒etro com escala de 0,770 a 0,820 g/ml).

Tamb閙 obrigat髍io o Certificado de Verifica玢o, que pode ser substitu韉o pelo de Calibra玢o.

- Term鬽etro de Imers鉶 total para etanol com escala de -10篶 a 50篶 e subdivis鮡s de 0,2篶 ou 0,5篶.

Para esse instrumento obrigat髍io o Certificado de Verifica玢o, que tamb閙 pode ser substitu韉o pelo de Calibra玢o.


Termodens韒etro de leitura direta - Esse instrumento deve ser aprovado pelo Inmetro e instalado nas bombas medidoras de AEHC, indicando no seu corpo as instru珲es de funcionamento.


Para todos os combust韛eis

Proveta de vidro graduada com capacidade de 1000 ml: n鉶 necess醨ia nenhuma certifica玢o.

Medida padr鉶 de 20 litros aferida anualmente e lacrada com o selo do  Inmetro: tem que ser aprovada pelo Inmetro para receber uma etiqueta de licenciamento.

R間ua medidora ou outro equipamento metrol骻ico para verifica玢o dos estoques de combust韛eis armazenados nos tanques: precisam ser aprovados pelo Inmetro.

Fonte: Site Brasil Postos/Not韈ias

Aur閘io Amaral nomeado diretor da ANP

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Foi publicada no Di醨io Oficial da Uni鉶 desta segunda-feira (28/03) a nomea玢o de Aur閘io Amaral, para exercer o cargo de Diretor da ANP, com mandato de quatro anos.

O novo diretor est na ANP desde 2009. Inicialmente, exerceu o cargo de assessor de diretoria. Em 2010, assumiu a coordena玢o do escrit髍io da ANP em S鉶 Paulo. Foi superintendente-adjunto de Fiscaliza玢o do Abastecimento de 2011 a 2012, quando foi nomeado Superintendente de Abastecimento da Ag阯cia, cargo que exercia at a nomea玢o como diretor.

Aur閘io advogado formado pela Faculdade de Direito de S鉶 Bernardo (S鉶 Bernardo do Campo, SP).

Fonte: site www.anp.gov.br - ANP/Assessoria de Imprensa

Entenda o ARLA 32 e sua armazenagem

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O Programa de Controle da Polui玢o do Ar por Ve韈ulos Automotores, PROCONVE, que regulamentado desde 1986 pelo Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente), denominado em sua sequ阯cia como PROCONVE P7 ou EURO 5, tem por principal objetivo reduzir o n韛el de emiss鉶 de gases poluentes na atmosfera por ve韈ulos que utilizam diesel.

As metas sugerem diminui玢o de at 80% na emiss鉶 de part韈ulas na atmosfera e cerca de 60% de diminui玢o de 觴ido de Nitrog阯io (NOx).

Com base nesses preceitos, para atender o programa, ve韈ulos diesel produzidos desde 2012 com a tecnologia SCR (Selective Catalytic Reduction/Redu玢oCatal韙ica Seletiva) necessitam do componente ARLA 32  para promover a diminui玢o dos gases poluentes.

O motor SCR trabalha a partir de redu玢o catal韙ica seletiva, onde h tratamento dos gases expelidos com aplica玢o do reagente ARLA 32, eliminando 醙ua pelo escapamento.

A composi玢o ARLA 32 uma solu玢o a 32,5% de ur閕a de alta pureza em 醙ua desmineralizada. Seu principal objetivo reagir com o 觴ido de Nitrog阯io presente nos gases de escape dos ve韈ulos a diesel.

O ARLA 32 n鉶 um combust韛el e tamb閙 n鉶 um aditivo, at髕ico e transparente, e precisa de um tanque espec韋ico em ve韈ulos com SCR.

A quantidade a ser utilizada depende do volume de combust韛el a ser abastecido, mas em m閐ia s鉶 necess醨ios 5% de ARLA para o total de diesel.

Como armazenar o ARLA 32

Levando-se em conta que a composi玢o ARLA 32 tende a se degradar com ambientais desfavor醰eis, como altas ou baixas temperaturas, ou ent鉶 com incid阯cia direta da luz solar, sugerido que a armazenagem seja realizada atrav閟 de tanques jaquetados subterr鈔eos.

A norma NBR 16046 de 07/2015 Armazenamento de l韖uidos inflam醰eis e combust韛eis Posto Revendedor veicular e ponto de abastecimento Sistema de Armazenamento e Abastecimento de ARLA 32 indica que o sistema de armazenamento pode ser a閞eo ou subterr鈔eo, podendo haver uma combina玢o entre os sistemas.

Para o sistema de armazenamento a閞eo vale ressaltar que deve-se considerar a condi玢o de temperatura conforme ABNT NBR ISSO 22241-3:2011, 4.2, assim como evitar a exposi玢o solar para minimizar a deteriora玢o.

Fonte: site Brasil Postos; site arxo.

N鉶 se deve dar a partida em carro alagado

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Em dias de chuva, a dica procurar um caminho por regi鮡s mais altas da cidade. melhor optar por um roteiro mais longo do que correr o risco de perder seu patrim鬾io. Lembre-se: o seguro poder se negar a cobrir os preju韟os caso consiga provar que o motorista foi negligente.

Veja abaixo algumas dicas para o caso de se deparar com um trecho de alagamento.

Como saber se d para passar pelo alagamento?


1) Lembre-se: a entrada de ar do motor costuma estar na altura dos far骾s (veja na foto abaixo). Assim, a 醙ua n鉶 deve ultrapassar a metade da roda.

2)  Observe a altura da 醙ua olhando os ve韈ulos (鬾ibus, caminh鮡s) que v阭 no sentido contr醨io.

3) Cuidado com valetas, depress鮡s e buracos que possam estar submersos, evitando que a 醙ua alcance a entrada do filtro de ar.

4) Cuidado com as marolas provocadas pelos ve韈ulos que seguem no sentido contr醨io.

5) Se decidir atravessar, fa鏰-o bem devagar: v devagar, para n鉶 criar ondas e fazer a 醙ua alcan鏰r 醨eas mais altas do seu carro.


Se no meio da travessia o motor apagar, N肙 D PARTIDA: isto um sinal que a 醙ua tampou a entrada de ar do motor. Se voc der a partida, ela ser sugada para dentro do motor e provocar o que chamamos de cal鏾 hidr醬lico, que o travamento das pe鏰s internas do motor.

O que fazer se voc estiver dentro do carro e ficar preso em um alagamento?


A primeira provid阯cia desligar o motor. Se poss韛el, saia do carro. N鉶 religue o carro porque o motor sugar a 醙ua do alagamento.

 

E se meu carro ficou submerso estacionado?

N肙 D PARTIDA NEM LIGUE A IGNI敲O. Chame um mec鈔ico para fazer o seguinte procedimento:

1) Retirar o filtro de ar. Ele deve verificar se o filtro est encharcado ou se tem vest韌io de 醙ua no compartimento onde ele fica instalado.

2) Se tiver 醙ua no filtro de ar, o mec鈔ico dever remover todas as velas de igni玢o, para ter acesso aos cilindros do motor, e verificar se a 醙ua alcan鏾u a parte interna do motor. Constatada a presen鏰 da 醙ua ele far o procedimento de remo玢o dessa 醙ua dos cilindros e secagem das velas.

3) O passo seguinte puxar a vareta do 髄eo e verificar se o 髄eo est contaminado com a 醙ua (com aspecto leitoso, esbranqui鏰do). Este um sinal de que ser preciso substituir o 髄eo do motor.

Depois da parte mec鈔ica, leve o ve韈ulo para uma empresa especializada em limpeza e substitua as espumas e forra珲es que forem necess醨ias, para que seu carro n鉶 fique com cheiro de casa de praia. N鉶 se esque鏰 de olhar o buraco do estepe.

Fonte: site globo.com - Oficina do G1, por Denis Marum.

ANTT altera cronograma para instala玢o das TAG

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A Ag阯cia Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) alterou o o cronograma para instala玢o dos dispositivos de identifica玢o eletr鬾ica (TAG) dos ve韈ulos automotores de carga cadastrados no Registro Nacional de Transportadores Rodovi醨ios de Cargas (RNTRC).

 

A identifica玢o eletr鬾ica dos ve韈ulos, que obrigat髍ia, dever ser colocada no para-brisa dos ve韈ulos. A medida cumpre a Resolu玢o n 4.799/2015, que integra o projeto de Sistema Nacional de Identifica玢o Autom醫ica dos Ve韈ulos (Siniav), definido pelo Conselho Nacional de Tr鈔sito (Contran) e Departamento Nacional de Tr鈔sito (Denatran).

 

Entretanto, o cronograma para recadastramento no RNTRC est mantido.

 

Os procedimentos para operacionalizar a instala玢o da TAG ser鉶 divulgados em outro momento, pela ANTT.

 

Veja o novo calend醨io para instala玢o da TAG, pelo final da placa dos ve韈ulos:

 

1 28/08/2016 a 06/10/2016

2 07/10/2016 a 15/11/2016

3 16/11/2016 a 25/12/2016

4 26/12/2016 a 03/02/2017

5 04/02/2017 a 14/03/2017

6 15/03/2017 a 22/04/2017

7 23/04/2017 a 31/05/2017

8 01/06/2017 a 10/07/2017

9 11/07/2017 a 19/08/2017

0 20/08/2017 a 28/09/2017

 

Ap髎 31/12/2016 at 2020:

 

1 e 2 28/09/2017 a 28/10/2017

3 e 4 29/10/2017 a 25/11/2017

5 e 6 26/11/2017 a 26/12/2017

7 e 8 27/12/2017 a 25/01/2018

9 e 0 26/01/2018 a 25/02/2018

 

*Com informa珲es da ANTT

 

Fonte: ABCAM Associa玢o Brasileira dos Caminhoneiros

Indica玢o de novo diretor da ANP aprovada pela Comiss鉶 de Infraestrutura

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Por 16 votos a 2, a Comiss鉶 de Servi鏾s de Infraestrutura (CI) aprovou no dia 9 de mar鏾 o nome de Aur閘io Cesar Nogueira Amaral, indicado pela presidente Dilma Rousseff para o cargo de diretor da Ag阯cia Nacional de Petr髄eo, G醩 Natural e Biocombust韛eis. A indica玢o segue agora para vota玢o em Plen醨io.

A sabatina de Nogueira Amaral pelos senadores foi acompanhada pela diretora-geral da ANP, Magda Chambriard, que esteve presente na reuni鉶 da CI.

Durante a reuni鉶, os senadores Flexa Ribeiro (PSDB-PA), Ricardo Ferra鏾 (PSDB-ES) e Lasier Martins (PDT-RS) quiseram saber a opini鉶 do indicado em rela玢o ao projeto aprovado pelo Senado que desobriga a Petrobras de explorar todas as jazidas no pr-sal.  Ele disse considerar inconveniente manifestar sua posi玢o sobre o assunto. 揈ssa uma defini玢o que esperamos do Congresso, assinalou.

A diretora-geral da ANP, Magda Chambriard, tamb閙 foi convidada a manifestar sua posi玢o pessoal sobre o tema. Ela apoiou a proposta de garantir Petrobras o direito de decidir investir ou n鉶 em determinados campos. 揘髎 defendemos que a Petrobras deva ter o direito de recusa toda vez que ela tiver uma oportunidade que ela entenda como aqu閙 do seu interesse econ鬽ico e n鉶 aderente ao seu portf髄io, explicou.

O texto, encaminhado para a C鈓ara dos Deputados, um substitutivo do senador Romero Juc (PMDB-RR) ao PLS 131/2015, do senador Jos Serra (PSDB-SP).  Ele revoga a participa玢o obrigat髍ia da Petrobras no modelo de partilha de produ玢o de petr髄eo, utilizado para a explora玢o da camada pr-sal.

Pela lei atual, aprovada em 2010, a Petrobras deve atuar como operadora 鷑ica dos campos do pr-sal com uma participa玢o de, pelo menos, 30%. Al閙 de ser a empresa respons醰el pela condu玢o e execu玢o, direta ou indireta, de todas as atividades de explora玢o, avalia玢o, desenvolvimento e produ玢o.

Pre鏾s dos combust韛eis

Flexa Ribeiro tamb閙 questionou a opini鉶 do indicado sobre a pol韙ica de pre鏾s de combust韛eis definida pelo governo por meio da Petrobras. Segundo o indicado, os pre鏾s apresentam uma defasagem internacional, mas, ao mesmo tempo, criaram uma oportunidade. 揌 grandes empresas importando diesel e gasolina e, dessa forma, auferindo renda extra atrav閟 dessa importa玢o. Agora, a defini玢o dos pre鏾s, infelizmente, est fora do 鈓bito de atribui珲es da ANP, apontou.

Experi阯cia

V醨ios senadores se manifestaram para elogiar o curr韈ulo e a experi阯cia do indicado, bem como para fazer coment醨ios sobre o setor de combust韛eis e a atua玢o da ANP. O relator da indica玢o, senador Valdir Raupp (PMDB-RO), avaliou que o indicado est "plenamente credenciado" para o posto. Ele ressaltou que Nogueira Amaral possui "experi阯cia profissional tanto no setor p鷅lico quanto no privado".

Em 2009, o indicado assumiu a fun玢o de assessor na diretoria da ANP, tendo atuado em diversos aspectos do marco regulat髍io para o setor de petr髄eo, g醩 natural e biocombust韛eis.

Segundo Raupp, Amaral teve uma participa玢o relevante nos programas de regula玢o da ag阯cia. Em 2010, passou a exercer o cargo de coordenador-geral do escrit髍io em S鉶 Paulo e, em 2011, foi superintendente adjunto de fiscaliza玢o.

Desde dezembro de 2012, o superintendente de Abastecimento, respons醰el por coordenar a regula玢o do abastecimento nacional de derivados de petr髄eo e biocombust韛eis.

A ANP o 髍g鉶 regulador das atividades que integram a ind鷖tria do petr髄eo e g醩 natural e a dos biocombust韛eis no Brasil. Vinculada ao Minist閞io de Minas e Energia, a ag阯cia respons醰el pela execu玢o da pol韙ica nacional para o setor energ閠ico do petr髄eo, g醩 natural e biocombust韛eis.

Fonte: Ag阯cia Senado

Aedes Aegypti Fa鏰 a sua parte

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Dengue, chikungunya e zika. O Brasil est em estado de alerta para combater o agente transmissor dessas tr阺 doen鏰s: o mosquito Aedes aegypti.

 

Como j foi amplamente divulgado, trata-se de um mosquito urbano que se reproduz em ambientes que possibilitem o ac鷐ulo de 醙ua parada e limpa e que podem acontecer em ruas, resid阯cias e estabelecimentos comerciais. Em contato com a 醙ua, os ovos botados pela f阭ea d鉶 origem 鄐 larvas, que, por sua vez, se transformam no mosquito transmissor de dengue, chikungunya e zika. Portanto, para evitar a reprodu玢o da esp閏ie, as pessoas devem eliminar pontos de 醙ua parada.

 

Importante ressaltar que como os postos de combust韛el utilizam muita 醙ua, os mesmos podem abrigar diversos pontos de prolifera玢o do Aedes aegypti. Por isso, o Minaspetro reuniu informa珲es de agentes especializados e enumerou algumas dicas de como combater os focos do mosquito em postos de combust韛eis. Acompanhe a seguir:
 

Elimine os focos de reprodu玢o nos postos de gasolina

        As canaletas e os canos de escoamento de 醙ua representam um grande perigo. Mantenha-os sempre limpos, sem res韉uos como plantas e outros materiais, que obstruem esses canais e ret阭 a 醙ua, gerando po鏰s.

        Diariamente, lave com bucha e sab鉶 os regadores e baldes utilizados para lavagem de para-brisas. Capriche nas bordas.

        Pelo menos uma vez por semestre, limpe a caixa-d掅gua e n鉶 se esque鏰 de mant-la completamente vedada.

        Verifique, sempre, principalmente em 閜oca de chuvas, se existem po鏰s d掅gua nas lajes do seu estabelecimento. Procure deixar os locais sempre secos.

        Banheiros desativados s鉶 髏imos ambientes para a reprodu玢o do Aedes aegypti. Para que isso n鉶 aconte鏰, tampe completamente a caixa de descarga e deixe o vaso e os ralinhos secos. Nos sanit醨ios em uso, o ideal que, semanalmente, os ralinhos e os vasos sejam lavados com 醙ua sanit醨ia.

        Infelizmente, muitas pessoas que circulam pelo posto eliminam lixo nos jardins. Cheque, diariamente, se h garrafas, latas e tampinhas jogadas em locais inapropriados. Mantenha as plantas sempre podadas e jogue fora folhas soltas.

        Nunca deixe o lixo destampado. Se chover, po鏰s d掅gua podem se formar nas irregularidades formadas no saco pl醩tico cheio.

        At na cozinha e no escrit髍io o estado de alerta deve permanecer. Algumas geladeiras acumulam 醙ua em reservat髍ios externos. J no escrit髍io, aten玢o para o ac鷐ulo de 醙ua eliminada pelo ar-condicionado.

 

 

Fonte: Revista Minaspetro

Faixa Ouro voltar a ser obrigat髍ia para ve韈ulos de grande porte a partir de 2017

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O Conselho Nacional de Tr鈔sito (Contran) revogou a Delibera玢o n116 de 2011 e reestabeleceu os efeitos da Resolu玢o n 370 de 2010 que disp鮡 sobre a obrigatoriedade do uso da pel韈ula refletiva prism醫ica amarela, mais conhecida como Faixa Ouro, para ve韈ulos que possuem peso bruto total de mais de 4.536Kg. A lei, que de dezembro de 2010, volta a ser obrigat髍ia e fiscalizada pelos 髍g鉶s oficiais.

A faixa ouro proporciona boa visibilidade e contraste necess醨ios para a leitura dos caracteres, em ve韈ulos de carga, por meio de dispositivos eletr鬾icos de fiscaliza玢o e ainda de agentes de tr鈔sito quando a placa veicular n鉶 estiver vis韛el. Segundo o diretor presidente da Sherman Filmes 觩ticos do Brasil e membro do Comit Brasileiro de Normas - CB16 na ABNT, Eduardo Matos, antes da resolu玢o havia uma lei que obrigava os ve韈ulos de carga a utilizarem uma identifica玢o auxiliar com fundo verde e letras vermelhas pintadas. "As cores tinham baixo contraste e n鉶 eram refletivas, o que dificultava a visualiza玢o durante a noite", enfatiza. Al閙 da boa visibilidade, a nova faixa padroniza a identifica玢o dos caminh鮡s, visando melhor controle e seguran鏰 nas estradas.

A faixa deve ter a durabilidade de 10 anos e os dados do ve韈ulo (placa, cidade e estado) n鉶 podem estar afetados por lavagem, produtos qu韒icos ou exposi玢o. "As faixas devem ser aplicadas nas duas extremidades da carroceria, sendo as letras e n鷐eros do lado esquerdo, e a cidade e estado do lado direito. Ela tamb閙 pode ser aplicada em superf韈ie met醠ica para carrocerias de madeira", orienta.

O descumprimento desta Resolu玢o, bem como o tr鈔sito dos ve韈ulos com o sistema de identifica玢o auxiliar sem condi珲es de legibilidade e visibilidade constitui infra玢o prevista no artigo 237 do C骴igo de Tr鈔sito Brasileiro, sujeitando seus propriet醨ios penalidade de multa, bem como medida administrativa de reten玢o do ve韈ulo para regulariza玢o. A fiscaliza玢o ter in韈io em 2017, portanto os motoristas devem se regularizar ainda este ano.

Fonte: exame.com; sherman.com.br

Conhe鏰 alguns m閠odos para coibir assaltos em postos de servi鏾s e lojas de conveni阯cia

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Seja pelo ponto do local, com sa韉as f醕eis, ou pelo constante fluxo de dinheiro, ineg醰el que assaltos ocorrem, diariamente, assustando clientes e funcion醨ios. Evitar roubos pode ser imposs韛el, mas coibi-los n鉶 . No Brasil afora h dezenas de relatos diferentes sobre a quest鉶, com cada posto achando uma forma de ficar longe dos riscos.

Conhe鏰 abaixo algumas dicas que auxiliam na preven玢o de assaltos evitando preju韟os.

- Treine os funcion醨ios:

Explique aos funcion醨ios sobre como proceder em caso de assalto, instruindo-os a n鉶 reagir. Fa鏰 a equipe utilizar c骴igos secretos em casos suspeitos e treine-os para acionar equipamentos de seguran鏰, que podem contribuir no registro do crime e busca pelos assaltantes;

- Use placas sinalizadoras:

Criar dificuldades para os assaltantes pode evitar um roubo. Coloque placas sinalizadoras informando que o estabelecimento possui um cofre e que a chave n鉶 est no posto, e sim em posse da empresa de vigil鈔cia;

- Adote procedimentos padronizados:

Retirar o capacete no posto j obrigat髍io, mas crie o h醔ito de o cliente precisar desligar o carro para que haja o abastecimento, impedimento fugas r醦idas e facilitando a identifica玢o de assaltantes. Outra medida de preven玢o que os pagamentos sejam feitos no caixa da loja de conveni阯cia, o que obriga o motorista a ter que descer do ve韈ulo;

- Fique atento aos movimentos suspeitos:

Os postos ficam em locais de f醕il acesso e, por isso, tamb閙 possuem muitas rotas de fuga. Observe movimentos suspeitos, principalmente noite, nos arredores. Alguns postos utilizam cones e correntes ao redor do estabelecimento, para que seja necess醨io manobras para sair. Outra dica colocar mais de um funcion醨io no per韔do noturno, para dificultar a a玢o de bandidos.

- Contrate seguran鏰 privada;

H diversos postos que utilizam empresas de vigil鈔cia privada para aumentar a seguran鏰 do local. Vale lembrar que h diferen鏰 entre vigias e vigilantes profissionais: o primeiro sinaliza situa珲es suspeitas, enquanto o segundo pode, por lei, fazer rondas e portar armas.

- Tome cuidado com motocicletas;

A maioria dos roubos praticada por duplas em motocicletas, para facilitar a fuga e a abordagem. recomend醰el observar o estado das motos que passam pelo posto, porque muitas vezes s鉶 usadas motos velhas, sem placa ou roubadas para a a玢o dos crimes.

Crie tamb閙 mecanismos de alerta, como um bot鉶 para acionar emerg阯cia na bancada perto da bomba.

Fontes:

Site Brasil Postos - https://www.brasilpostos.com.br/noticias/anp/noticias-anp/metodos-para-coibir-assaltos-em-seu-posto-de-servicos/   Intercamp

Procon notifica postos por cobran鏰 diferenciada de pagamentos

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Pre鏾s diferentes eram cobrados para pagamento em d閎ito ou dinheiro

Tr阺 postos de combust韛eis em Macei foram notificados pelo Procon de Alagoas no dia 16 de fevereiro deste ano, ap髎 serem flagrados cobrando pre鏾s diferenciados de acordo com a forma de pagamento. A fiscaliza玢o buscava coibir a cobran鏰 abusiva e apurar den鷑cias de cobran鏰s indevidas.

De acordo com a lei, proibido estabelecer diferencia玢o entre o pagamento em d閎ito e o pagamento feito em dinheiro, j que ambos s鉶 considerados como pagamento vista. Os fiscais do Procon fiscalizaram 14 estabelecimentos e tr阺 deles foram autuados.

O fiscal do Procon, Roberto Dias, explica que os propriet醨ios dos estabelecimentos t阭 dez dias para defesa mas ainda assim ser鉶 multados.

揂 multa pode variar de R$ 600 a R$ 6 milh鮡s, de acordo com o porte do estabelecimento e com a gravidade da situa玢o. Se houver reincid阯cia, o posto pode at sofrer uma interdi玢o tempor醨ia ou o propriet醨io ter seu registro cassado, relata Dias.

Corre玢o de placas

Naqueles estabelecimentos onde haviam placas e banners promocionais com a informa玢o de pagamento apenas em dinheiro, os fiscais orientaram e exigiram a corre玢o, de forma a incluir a possibilidade de pagamento em cart鉶 na modalidade d閎ito.

importante esclarecer que pela lei tamb閙 proibido cobrar valores diferenciados na modalidade cr閐ito, se o pagamento for em uma 鷑ica parcela. Por閙, apenas em Alagoas, os postos de combust韛eis est鉶 liberados a cobrar valores diferenciados devido a uma liminar concedida aos propriet醨ios de postos e que v醠ida apenas para a venda de combust韛eis.

揙 valor pode ser diferente apenas para os combust韛eis. A troca de 髄eo deve ser cobrada com o mesmo valor de a vista, a conveni阯cia tamb閙 tem que cobrar o mesmo valor e todo o resto deve ser assim, explica Dias.

Nos casos em que o consumidor se sinta prejudicado, a recomenda玢o entrar em contato com o Procon, seja para tirar d鷙idas ou para denunciar, atrav閟 do n鷐ero de telefone 151.

Fontes:
Site Brasil Postos

http://g1.globo.com

Petrobras bate recorde de produ玢o de Diesel S-10 em 2015

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As refinarias da Petrobras encerraram 2015 com um recorde na produ玢o total de Diesel S-10 da ordem de 11,7 milh鮡s de m3. O volume atingido no per韔do representa alta de 40% na compara玢o com o resultado do ano anterior, quando a companhia produziu 8,3 milh鮡s de m3 do derivado. O crescimento da produ玢o contribuiu ainda para a redu玢o das importa珲es de Diesel S-10 em 49%, passando de 9,3 milh鮡s de m3 em 2014 para 4,7 milh鮡s de m3 em 2015.

 

O recorde foi poss韛el gra鏰s a uma melhora do perfil de produ玢o nas refinarias, com aumento do rendimento de diesel no volume total de derivados. A maioria das refinarias produtoras de Diesel S-10 apresentou ganhos significativos na produ玢o do combust韛el, com destaque para a Refinaria Abreu e Lima (RNEST). A unidade de Pernambuco foi respons醰el por 47% do incremento do Diesel S-10, quando comparados 2014 e 2015.

O resultado reflexo da melhoria da efici阯cia operacional no processo produtivo da Petrobras. O recorde refor鏰 ainda o compromisso da companhia em atender a demanda do mercado brasileiro por derivados de petr髄eo e foi alcan鏰do respeitando os princ韕ios de Seguran鏰, Meio Ambiente e Sa鷇e que norteiam as a珲es da Petrobras.

 

O Diesel S-10, com baixo teor de enxofre, proporcionou a introdu玢o no Brasil de ve韈ulos com modernas tecnologias de tratamento de emiss鮡s que, entre as principais vantagens, reduzem em at 80% as emiss鮡s de material particulado e em at 98% as emiss鮡s de 髕idos de nitrog阯io. Al閙 disso, propiciam outros benef韈ios, tais como a melhora da partida a frio, o aumento dos intervalos de troca do lubrificante, melhor desempenho e maior vida 鷗il do motor.
 
Fonte: Jornal do Brasil (http://www.fecombustiveis.org.br/clipping/petrobras-bate-recorde-de-producao-de-diesel-s-10-em-2015/)

Contran torna obrigat髍io sistema ABS no freio de moto nova

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De acordo com a resolu玢o publicada pelo Conselho Nacional de Tr鈔sito (Contran) em 9 de dezembro de 2015, em janeiro deste ano come鏾u  a exig阯cia de que motos zero quil鬽etro tenham sistemas de freio ABS ou CBS. A obrigatoriedade vai valer, primeiro, para 10% das motocicletas novas produzidas no Brasil ou importadas. At 2019, chegar a 100%.

As motos novas que t阭 menos de 300 cc poder鉶 ser equipadas com freios ABS, como o dos carros, que evita o travamento das rodas, ou com o CBS, que distribui proporcionalmente a for鏰 de frenagem para as duas rodas, a fim de garantir uma desacelera玢o r醦ida e segura.

Para motos com mais de 300 cc ser obrigat髍io o ABS. Em motos de alta cilindrada, o sistema de freios ABS j est presente na maioria dos modelos.

O que o ABS
O Anti-lock Braking System (sistema antitravamento de freios, em portugu阺), obrigat髍io desde janeiro deste ano para carros novos, impede que as rodas travem na frenagem brusca. O ABS permite frear forte a moto sem que a roda traseira levante. Ao acion-lo, a alavanca do freio ou o pr髉rio pedal podem trepidar, o que normal.

O que o CBS
CBS sigla em ingl阺 para "Combined Braking System" (sistema de freios combinados, em tradu玢o livre). mais barato e tamb閙 diferente do ABS. Enquanto nos freios tradicionais existem acionadores independentes para frear a roda da frente (manete direito) e a traseira (pedal), o sistema combinado reparte a for鏰 de atua玢o entre os dois eixos.

A ideia do CBS corrigir o mau h醔ito dos motociclistas de usar somente o freio traseiro, quando o ideal acionar os dois, j que a maior parte do poder de frenagem de uma motocicleta est na dianteira. Com o sistema, a moto consegue parar antes.

O acionamento do freio combinado ocorre de maneira progressiva. necess醨io pressionar o pedal com for鏰, utilizando todo o seu curso, para entrar em a玢o a frenagem na roda dianteira. Com leves toques sobre o pedal, a for鏰 fica apenas na roda traseira.

Quando come鏰 a valer
Veja o calend醨io de ado玢o dos sistemas, segundo a resolu玢o 509 do Contran:
- a partir de 1 de janeiro de 2016: 10% da produ玢o ou importa玢o;
- a partir de 1 de janeiro de 2017: 30% da produ玢o ou importa玢o;
- a partir de 1 de janeiro de 2018: 60% da produ玢o ou importa玢o;
- a partir de 1 de janeiro de 2019: 100% da produ玢o ou importa玢o.

Est鉶 dispensados dessa exig阯cia ve韈ulos de uso exclusivo fora de estrada (off-road), militares, artesanais e cicloel閠ricos com pot阯cia at 4 kW e que n鉶 ultrapassem a velocidade de 50 km/h.
 

Fonte: Globo.com - Autoesporte - http://g1.globo.com/carros/noticia/2014/12/contran-torna-obrigatorio-sistema-abs-ou-cbs-no-freio-de-moto-nova.html

Come鏾u no dia 1 de fevereiro o Per韔do de Preenchimento do RAPP

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Os empres醨ios de postos de combust韛eis t阭 entre o dia 1 de fevereiro e 31 de mar鏾 para preencher o Relat髍io Anual de Atividades Potencialmente Poluidoras (RAPP), obriga玢o institu韉a pelo Ibama atrav閟 da Lei 10.165/2000.

Vale ressaltar que, este ano, o Ibama intensificar a fiscaliza玢o do RAPP, inclusive como uma forma de justificar a cobran鏰 da Taxa de Controle de Fiscaliza玢o Ambiental (TCFA). Portanto, estar regular com essa obriga玢o torna-se uma necessidade ainda maior.

Fonte: Site Brasil Postos

Perto do Caixa, Pr髕imo da Venda

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Produtos expostos perto dos caixas de lojas de conveni阯cia, padarias e supermercados vendem 50% mais por conta da posi玢o
 

A cena muito comum. Enquanto o caixa registra as compras do cliente da frente, alguns produtos que est鉶 ali ao alcance dos olhos chamam a aten玢o e acabam sendo comprados, mesmo se
m necessidade.

Essa a compra por impulso, que garante aos fabricantes um crescimento de 50% nas vendas se comparadas com o faturamento do mesmo tipo de produto exposto em uma prateleira qualquer.

揙 caixa um ponto de venda excelente para determinados tipos de produtos, diz Martinho Paiva Moreira, vice-presidente da Associa玢o Paulista de Supermercados, sobre a estrat間ia de venda que chegou ao pa韘 h 30 anos, seguindo um modelo americano de promo玢o dos anos 1950.

揝鉶 produtos que geralmente n鉶 est鉶 na lista de compras, mas naquele momento pode chamar a aten玢o do consumidor, como uma revista que ele v a capa e decide pela compra, diz Guilherme de Almeida Prado, presidente da Associa玢o de Marketing Promocional (Ampro).

Para funcionar, a estrat間ia de venda de produtos no caixa deve levar em conta o perfil do consumidor e suas necessidades. Para os especialistas do setor, a potencializa玢o das vendas no caixa s acontece com os chamados produtos de impulso, como balas, pilhas, aparelhos de barbear descart醰eis, chocolates. Produtos mais sofisticados n鉶 t阭 vez.  換uando o consumidor precisa destes produtos, j vai para o supermercado com essa inten玢o. N鉶 uma decis鉶 que ele toma na hora em que est pagando a conta, diz Prado. 1

Negocia玢o

Como as chances de venda s鉶 maiores, a regi鉶 dos caixas bastante disputada entre os fabricantes de produtos de impulso. Por conta dessa valoriza玢o, os varejistas negociam vantagens nos contratos de compra com a garantia de que os produtos estar鉶 perto do caixa. 撋 uma pr醫ica bastante comum no setor. Para ter o produto em uma posi玢o privilegiada e vendendo mais, o fabricante facilita as condi珲es de pre鏾 ou de prazo de pagamento, diz Caio Camargo, professor de visual merchandising.

揙s espa鏾s para a comercializa玢o de produtos s鉶 limitados e a concorr阯cia grande. Em um hipermercado s鉶 30 mil produtos, logo, qualquer a玢o que garanta um aumento de vendas boa tanto para o fabricante quanto para o lojista, diz o presidente da Ampro.

Fonte: Di醨io de S鉶 Paulo

ANP Implementa Sistema de Registro de Documentos pela Internet

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O objetivo do novo sistema, o SRD-PR Sistema de Registro de Documentos dos Postos Revendedores simplificar o processo e facilitar o atendimento de cerca de 40 mil postos de combust韛eis atuantes no Brasil.
 

O SRD-PR tamb閙 permitir maior efici阯cia no contato com a ANP, reduzindo custos e tempo, al閙 de permitir o acompanhamento pela internet.

anp_portal_brasil_postos

Com a nova ferramenta, todas as solicita珲es referentes ao cadastro de postos de combust韛eis automotivos, como o requerimento de autoriza玢o para o exerc韈io da atividade de revenda varejista e as atualiza珲es cadastrais, passar鉶 a ser feitas diretamente no site da ANP.

Em sua fase inicial, o agente econ鬽ico poder acessar o novo sistema por meio do site da ANP (P醙ina principal: 揇istribui玢o e Revenda 朠醙inas Relacionadas: 揝RD-PR) ou seguir o procedimento atual, enviando as fichas em papel pelos correios. Se o agente optar pelo cadastro atrav閟 do novo sistema (SRD-PR), as fichas em papel n鉶 dever鉶 ser encaminhadas pelo correio.

Para que o agente econ鬽ico consiga efetuar o registro, necess醨io um cadastro pr関io com o uso do Certificado Digital (e-CNPJ) da pessoa jur韉ica solicitante. O Certificado Digital utilizado para garantir a seguran鏰 na transmiss鉶 de informa珲es pela internet. As orienta珲es quanto ao correto uso do sistema est鉶 dispon韛eis no Manual do Usu醨io.

Clique aqui para acessar o SRD-PR.

Fonte: ANP